Com dólar operando acima de R% 5,10, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (17), CDBs com taxas prefixadas de até 14,350% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,440% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,850% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 88% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 84% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NEON FINANCEIRA
Taxa: 105,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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LCA BANCO BOCOM BBM SA
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: outubro/2030
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CDB PAULISTA
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: julho/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (17)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quinta-feira (16) em alta, acompanhando o avanço dos Treasuries após dados mostrarem resiliência da economia dos Estados Unidos. No Brasil, a curva também foi pressionada pelo anúncio de uma tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros e por um leilão robusto de títulos prefixados realizado pelo Tesouro Nacional.
Na ponta curta e intermediária, o DI para janeiro de 2028 avançou 6 pontos-base, para 13,91%, refletindo a alta dos juros americanos e a reprecificação das expectativas para a política monetária global. Os pedidos de auxílio-desemprego abaixo do esperado e as vendas no varejo em linha com as projeções reforçaram a percepção de uma economia americana resiliente, impulsionando os rendimentos dos Treasuries.
A ponta longa registrou alta ainda mais intensa. O DI para janeiro de 2035 subiu 11 pontos-base, para 14,435%, incorporando, além do cenário externo, os efeitos da tarifa anunciada pelos Estados Unidos. O mercado avaliou que a medida pode reduzir o fluxo de dólares para o Brasil, pressionar o câmbio e, consequentemente, aumentar os riscos para a inflação.
Outro fator de pressão foi o leilão semanal do Tesouro, que vendeu 22,05 milhões de LTNs e 2,65 milhões de NTN-Fs, volumes superiores aos da semana anterior. A maior oferta de títulos prefixados elevou as taxas desses papéis e contribuiu para a abertura da curva de juros.
Os dados das vendas no varejo brasileiro, que vieram abaixo das expectativas, tiveram impacto limitado sobre os negócios. Assim, prevaleceram os fatores externos e técnicos, com destaque para a alta dos Treasuries e o aumento da oferta de títulos públicos.
Com isso, a curva voltou a abrir em toda a sua extensão, com alta mais moderada nos vencimentos curtos e pressão mais intensa na ponta longa, refletindo o aumento dos prêmios de risco diante do cenário externo e das incertezas para a economia brasileira.
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