A Vale (VALE3) disse, em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que suas decisões de investimento seguem critérios técnicos, independentes e alinhados ao melhor interesse da companhia.
Sobre a Bahia Mineração (Bamin), a mineradora afirmou que avaliou a oportunidade de investimento no curso regular de suas atividades, mas não aprovou qualquer participação no ativo, após análise técnica, econômica e financeira conduzida dentro de seus processos de governança.

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Em relação às concessões ferroviárias da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), a Vale informou que as negociações de otimização seguem em andamento com órgãos reguladores e o governo federal. A companhia reiterou que permanece adimplente e que a conclusão do processo, quando aprovada pelo TCU, pode trazer maior previsibilidade e segurança jurídica às concessões.
Por fim, a Vale destacou o programa de “mini-minas”, baseado em parcerias com mineradoras de menor porte, como parte de sua estratégia para ampliar flexibilidade de portfólio e eficiência logística, sempre sob critérios técnicos e dentro das melhores práticas de governança corporativa.
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