Com dólar operando perto da estabilidade, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (10), CDBs com taxas prefixadas de até 15,050% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: junho/2028
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LCA BNDES
Taxa: 81,5% do CDI
Vencimento: setembro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: junho/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (10)
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Cenário Renda Fixa da XP
A curva de juros voltou a subir na sessão de terça-feira (9), com destaque para os vencimentos curtos, refletindo a deterioração das expectativas para inflação e política monetária no Brasil. O movimento já incorpora apostas, ainda que minoritárias, de alta da Selic nos próximos meses, em contraste com a visão anterior de continuidade dos cortes.
Na ponta curta, as taxas avançaram ao longo do dia e ganharam força à tarde, com o mercado ajustando a precificação diante de um cenário mais restritivo. Contratos como o DI jan/2027 passaram a embutir probabilidade relevante de elevação da Selic em agosto, evidenciando uma virada importante nas expectativas.
Esse movimento está ligado à sequência de revisões para cima nas projeções de inflação e juros, impulsionadas por dados mais fortes de atividade, como o PIB, e pelos efeitos persistentes da guerra no Oriente Médio sobre preços, especialmente de energia.
Já a ponta longa teve comportamento distinto ao longo da sessão: chegou a cair pela manhã, mas zerou as perdas e terminou próxima da estabilidade no fim do dia. A virada ocorreu após novas tensões geopolíticas, com declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, elevando a aversão a risco.
Mesmo com a queda dos rendimentos dos Treasuries no fechamento, o estresse externo influenciou a recomposição de prêmios nos vértices mais longos, ainda que de forma mais moderada do que na ponta curta.
Com isso, a curva segue inclinada, com os juros de curto prazo reagindo diretamente à reprecificação da trajetória da Selic, enquanto os longos refletem uma combinação de risco externo e incertezas inflacionárias, mantendo os prêmios elevados ao longo de toda a estrutura a termo.
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