O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (1), CDBs com taxas prefixadas de até 14,250% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,050% em 1 ano e os pós-fixados até 104% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,480% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,550% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 14,600% a.a.
Vencimento: maio/2032
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CA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (1)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs encerraram a sexta-feira (29) com comportamento misto, refletindo a combinação de dados domésticos mais fortes e alívio no cenário externo. Enquanto os vértices curtos avançaram, os longos recuaram levemente, em um pregão marcado pela divulgação do PIB do primeiro trimestre.
O crescimento de 1,1% da economia, acima do trimestre anterior e sustentado pelo consumo das famílias, reforçou a percepção de atividade resiliente. Esse quadro elevou as preocupações com a inflação e colocou em dúvida o espaço para cortes adicionais da Selic, pressionando principalmente a ponta curta da curva, mais sensível à política monetária.
Na prática, os contratos de curto prazo reagiram de forma mais intensa aos dados, chegando a renovar máximas intradiárias após a divulgação do PIB, em meio à reavaliação das apostas para o ciclo de afrouxamento monetário.
Já na ponta longa, o movimento foi distinto. As taxas cederam levemente, acompanhando o recuo dos rendimentos dos Treasuries no exterior, em um ambiente de maior otimismo com a possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã.
A perspectiva de redução das tensões geopolíticas levou à queda do petróleo e à melhora do apetite por risco global, fatores que contribuíram para aliviar os prêmios na parte longa da curva brasileira.
Assim, o fechamento refletiu uma inclinação mais acentuada da curva, com alta nos vértices curtos diante de pressões domésticas e leve queda nos longos, mais influenciados pelo cenário internacional.
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