
Acordo sobre minerais críticos entre EUA e Brasil ainda está fora de alcance apesar de viagem de Lula
Trump prevê fim rápido da guerra no Irã e reforça que país não terá armas nucleares
O presidente americano já indicou repetidas vezes que um acordo estaria próximo, embora nenhum tenha se concretizado.
PF deflagra nova fase da operação que investiga Master; Ciro Nogueira entre os alvos
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
Barris de petróleo caem 2% e minério de ferro avança
O petróleo opera em baixa, ampliando a perda de quase 8% na sessão anterior, enquanto os EUA e o Irã avaliavam uma nova tentativa de pôr fim à guerra no Oriente Médio. Washington apresentou um memorando de entendimento de uma página que poderá levar à reabertura gradual do Estreito de Ormuz, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. Espera-se que o Irã responda nos próximos dias. As cotações do minério de ferro na China subiram pelo quarto dia consecutivo, sustentados pela demanda estável, já que a produção de metal líquido se manteve em níveis elevados, enquanto o contrato de minério de ferro em Cingapura recuou devido à redução dos custos de energia.
- Petróleo WTI, -2,31%, a US$ 92,88 o barril
- Petróleo Brent, -2,22%, a US$ 99,02 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,62%, a 817,00 iuanes (US$ 119,95)
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
As ações japonesas subiram mais de 5%, com o índice Nikkei 225 atingindo 62 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelos ganhos nos setores de materiais básicos, tecnologia e financeiro. Os mercados asiáticos também fecharam em alta, apesar das renovadas tensões no Oriente Médio. O avanço regional ocorreu depois que Trump alertou que o Irã seria bombardeado “em um nível muito mais alto” se não concordasse com um acordo de paz.
- Shanghai SE (China), +0,48%
- Nikkei (Japão): +5,58%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,55%
- Nifty 50 (Índia): +0,07%
- ASX 200 (Austrália): +0,96%
Bolsas da Europa viram para quedas
Os mercados europeus operam em baixa, revertendo os ganhos da véspera, com investidores reagindo a notícias de que os EUA e o Irã estão perto de um acordo que colocará fim à guerra.
- STOXX 600: -0,20%
- DAX (Alemanha): -0,12%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,65%
- CAC 40 (França): -0,11%
- FTSE MIB (Itália): -0,11%
EUA: índices futuros têm leves ganhos
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (7), enquanto o petróleo cai pelo terceiro dia consecutivo, com investidores aguardando novidades sobre um possível acordo de paz entre EUA e Irã e a reabertura do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Washington apresentou um memorando de entendimento de uma página que reabriria gradualmente o Estreito de Ormuz e suspenderia o bloqueio americano aos portos iranianos, segundo reportagem da Bloomberg. Teerã estaria avaliando uma proposta americana para encerrar a guerra que já dura quase dez semanas, e espera-se que apresente sua resposta já nesta quinta, segundo a CNN.
- Dow Jones Futuro: +0,05%
- S&P 500 Futuro: +0,11%
- Nasdaq Futuro: +0,08%
IVAR sobe 0,52% em abril
O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) de abril de 2026 registrou alta de 0,52%. A variação acumulada em 12 meses registrou leve desaceleração, saindo de 4,78% em março de 2026 para 4,49% em abril.
Abertura de mercados
A reunião nesta quinta-feira entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fica sob os holofotes, em mais um dia carregado de balanços e com otimismo no exterior sobre um acordo de paz entre EUA e Irã. O objetivo da visita de Lula à Casa Branca é reavivar o que Trump chamou no ano passado de “excelente química” entre os dois líderes, esperando evitar novas tarifas e demonstrar disposição para negociar acordos sobre minerais críticos e crime organizado, disseram à Reuters três pessoas do governo brasileiro. Na agenda corporativa, a Porto Seguro informou que teve lucro líquido de R$1,13 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 36,3% sobre um ano antes. Já a Taesa registrou lucro líquido regulatório de R$192,6 milhões no período, alta de 2,3% na comparação anual, No exterior, as ações subiam e os preços do petróleo caíam diante do otimismo sobre um acordo de paz entre os EUA e o Irã, mesmo com o destino do Estreito de Ormuz ainda parecendo incerto. Trump previu um rápido fim da guerra com o Irã, enquanto Teerã avaliava uma proposta de paz dos EUA que, segundo fontes, encerraria formalmente o conflito, mas deixaria sem solução exigências dos EUA como a suspensão do programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem com altas consistentes
Investidores em Wall Street se animaram com a evolução de entendimentos entre EUA e Irã para acabar com a guerra no Oriente Médio. O presidente norte-americano, Donald Trump, ainda voltou a ameaçar os iranianos, mas os investidores entenderam como retórica as falas. Como consequência, os preços do petróleo desabaram mais de 7% e elevaram o sentimento. “Se realmente chegarmos a um ponto em que as hostilidades comecem a diminuir ou, de fato, cessem por completo, e virmos a reabertura do Estreito de Ormuz, isso permitirá que algumas das regiões mais sensíveis e afetadas economicamente, como o Sudeste Asiático e a Europa, evitem suas próprias dificuldades econômicas”, disse à CNBC Bill Northey, diretor de investimentos do U.S. Bank Asset Management Group. Isso “prepara o terreno para uma recuperação repentina nos mercados de ações”, continuou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,24 | 49.910,04 |
| S&P 500 | 1,46 | 7.365,00 |
| Nasdaq | 2,03 | 25.838,94 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,055 | -0,085 |
| DI1F28 | 13,605 | -0,235 |
| DI1F29 | 13,520 | -0,245 |
| DI1F31 | 13,605 | -0,220 |
| DI1F32 | 13,685 | -0,180 |
| DI1F33 | 13,720 | -0,175 |
| DI1F34 | 13,735 | -0,165 |
| DI1F35 | 13,735 | -0,155 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,17%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após a queda da véspera, retomando a gangorra de altas e baixas. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,43%, aos 98,02 pontos.
- Venda: R$ 4,921
- Compra: R$ 4,920
- Mínima: R$ 4,888
- Máxima: R$ 4,935
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TIMS3 | -6,90 | 24,70 |
| PRIO3 | -4,26 | 66,54 |
| PETR3 | -3,77 | 51,52 |
| PETR4 | -2,86 | 47,27 |
| BEEF3 | -2,22 | 3,97 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CEAB3 | 7,41 | 12,32 |
| EMBJ3 | 7,09 | 84,31 |
| VIVA3 | 7,05 | 28,53 |
| CSNA3 | 6,86 | 6,70 |
| CURY3 | 6,76 | 31,44 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 79.823 | -2,86 |
| ITUB4 | 62.574 | -1,60 |
| LREN3 | 45.404 | 4,56 |
| CPLE3 | 44.105 | -0,94 |
| PRIO3 | 42.996 | -4,26 |
Ibovespa terminou ontem com ganhos de 0,50%, aos 187.690,86 pontos
- Máxima: 188.674,36
- Mínima: 186.762,11
- Diferença para a abertura: +937,04 pontos
- Volume: R$ 29,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (4): -0,92%
- Terça-feira (5): +0,62%
- Quarta-feira (6): +0,50%
- Semana: +0,20%
- Maio: +0,20%
- 2T26: +0,12%
- 2026: +16,49%
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