O ator Danton Mello é só alegria. Ele fez questão de escancarar o sorriso ao revelar aos seguidores que atingiu 100 dias consecutivos sem fumar. O feito foi alcançado na última terça-feira (22), quando ele compartilhou também as economias feitas no período.
O monitoramento do ator foi mostrado para os seguidores nas redes sociais. Através de um aplicativo, ele revelou os 100 dias sem fumar, com 4 mil cigarros evitados, 16 dias de vida ganhos e uma economia de R$ 2,3 mil. "E contando", se animou o artista, atuando em "A Nobreza do Amor" como o banqueiro Diógenes.
A trajetória de Danton começou em meados de junho, pouco antes da perda do pai, Dalton Natal de Mello, que ocorreu no início de julho. O ator revelou à época que ficou impactado ao ver o patriarca debilitado por efeitos do cigarro, e que não desejaria o mesmo para ele, ainda mais considerando o exemplo que passaria para as filhas Luisa e Alice, de 25 e 22 anos.
Larguei o cigarro quando meu pai ainda estava hospitalizado. E sempre falava com ele: “Olha, já estou há alguns dias sem fumar”. Eu me questionei muito. Pensava: “Caramba, minhas filhas estão vendo o meu pai, o avô delas, tão debilitado. E eu fumando... Seria um péssimo exemplo. Eu precisava ser mais forte e parar”, declarou ao jornal Extra, em agosto deste ano, quando tinha quase 60 dias sem fumar.
Dalton teve uma trajetória de cerca de 70 anos de tabagismo até a própria morte, aos 84 anos. Na época, Selton Mello, irmão gêmeo de Danton, declarou que o vício do pai foi diretamente responsável pela morte. "O cigarro o levou. Pulmão trabalhando de uma forma ínfima", definiu.
Selton Mello também largou vício
Por falar em Selton, o ator também era fumante, e tomou a decisão de parar com o vício da família antes do irmão. São mais de quatro anos distantes do cigarro.
“Uma vitória pessoal bem grande. Falo publicamente porque pode inspirar alguém. Foram 25 anos fumando. Fumando muito. Sentia um cansaço que não passava. Compreendi que o cigarro estava sugando meu fôlego, comendo minha energia. Era o fim dele na minha vida. Não troquei por vape, não usei adesivo”, declarou em maio através das redes sociais.
Um dos trunfos para Selton conseguir vencer a tentação, segundo ele, foi a lembrança do mau cheiro causado pelo cigarro. “Sabe o que mais me ajudou nos primeiros meses do processo? A percepção de que aquilo fede muito! Quando via alguém fumando, eu me aproximava, para testar se teria vontade, e o que sentia era repulsa. E isso me ajudou muito mesmo!”
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