As plataformas de conteúdo adulto se pronunciaram nas redes sociais em resposta a publicação feita por Cristian Cravinhos ao lado de Rafa Marttinz e Tadalafellas (produtores de conteúdo adulto), que faz suposta referência ao assassinato do engenheiro Manfred Albert von Richthofen e da médica psiquiatra Marísia von Richthofen.
Em resposta as denúncias feitas ao vídeo, onde os três simularam agressões a pauladas, as assessorias das plataformas "Privacy" e "Fatal Fans" anunciaram que repudiam as práticas ilegais que ferem os termos e que põe em risco a credibilidade da plataforma. "Não aceitamos retrocessos", denuncia assessoria do "Fatal Fans" em seu pronunciamento.
Os perfis dos três participantes da gravação foram permanentemente banidos das redes de conteúdo adulto citadas e a "Privacy" afirma que a plataforma passa por monitoramento ativo procurando qualquer violação das regras. "A plataforma opera com verificação de identidade, análise de conteúdo e monitoramento ativo. É esse rigor, aplicado com rapidez e sem exceção, que profissionaliza e legitima um mercado que hoje muda a vida de centenas de milhares de creators no Brasil e no mundo", afirmou.
Cristian, que foi condenado a 38 anos e seis meses de reclusão e ficou preso por 25 anos, começou a produzir conteúdo adulto na tentativa de se sustentar após o crime cometido e diversos anos na cadeia.
Em resposta a repercussão negativa do vídeo em que aparecem "debochando" do crime de 2001, Cravinhos apareceu ao lado de Rafa Marttinz para um pronunciamento: "Todo mundo sabe que eu tenho muita vergonha do que aconteceu no passado, mas eu preciso sobreviver. [...] Peço perdão, nunca foi nossa ideia fazer analogia ao caso dos Richthofen", declara o ex-presidiário, afirmando que não pretendia criar conflito com o público.
Assista ao "De Hoje a Oito", podcast de entretenimento do Ibahia:

