A batalha judicial entre Larissa Manoela e a antiga gravadora, a Deck Produções Artísticas, ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (7). A justiça analisou um recurso envolvendo o contrato "vitalício".
A informação veio à tona após publicação da colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles. O processo envolve uma documentação assinada pelos pais quando Larissa ainda era criança.
A gravadora havia apresentado um recurso em fevereiro deste ano, que foi negada pela 15ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A decisão reforça a vitória de Larissa Manoela.
O contrato vitalício foi assinado pelos pais em 2012, quando Larissa Manoela tinha 11 anos. O juiz Mário Cunha Olinto Filho determinou o fim do contrato e reconheceu a autonomia da artista para tomar decisões relacionadas à própria carreira.
A decisão judicial ainda destaca que a empresa terá de entregar todas as senhas e logins das plataformas digitais da artista. Em caso de descumprimento, foram previstas multas de R$ 5 mil e R$ 15 mil.
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