Luciano Huck protagonizou um momento de descontração ao colocar Vini Jr. diante das perguntas que mais bombam nos buscadores da internet em entrevista exibida na edição deste domingo (28) do "Domingão com Huck". O apresentador, porém, decidiu poupar o craque da Seleção Brasileira de um tema específico: sua vida amorosa.
Ao se deparar com a dúvida do público sobre o status de relacionamento do jogador, Huck foi rápido ao contornar a situação com bom humor, evitando pressionar o atacante sobre os rumores recentes.
"Vini Jr. tá solteiro? Eu não vou fazer essa pergunta por um único motivo. Eu me sinto impedido de fazer essa pergunta, esse é um problema só seu, não vou meter a minha colher", disparou Huck, arrancando risadas do atleta. A entrevista foi feita logo após o jogo do Brasil contra a Escócia pela Copa do Mundo 2026 na última quarta-feira (24).
🚨VEJA: Luciano Huck se esquiva de pergunta sobre suposta solteirice de Vini Jr.: "Não vou meter a colher" #Domingão pic.twitter.com/h1kPWIObFd
— Hora da Fofoca (@horadafofocatv) June 28, 2026
Virginia negociou o inegociável?
A esquiva de Huck ganha contornos especiais diante das informações recentes. Segundo a coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles, Vini Jr. e Virginia Fonseca teriam reatado o namoro e estariam, inclusive, planejando uma viagem romântica para Ibiza, na Espanha, no próximo mês.
Embora o clima de romance tenha sido confirmado por fontes próximas à jornalista, o casal ainda mantém a discrição e não oficializou o retorno publicamente.
O relacionamento entre o jogador e a influenciadora teve início no ano passado, passando por um término em maio deste ano, após sete meses de união. Na ocasião, Virginia foi a responsável por comunicar o fim do namoro, mencionando, na época, a importância de não "negociar o inegociável".
Vini Jr. cai no choro com Huck e abre o jogo de chance pelo Hexa
O atacante Vini Jr. foi o convidado especial do "Domingão com Huck" deste domingo (28). A entrevista, gravada logo após a vitória da Seleção Brasileira por 3 a 0 sobre a Escócia - partida na qual o jogador do Real Madrid marcou dois gols -, foi marcada por momentos de forte emoção ao falar da avó, Nilza, e pela confiança renovada na conquista do hexacampeonato mundial.
Ao receber uma mensagem carinhosa da avó, que o acompanha desde a infância, o craque não conteve as lágrimas no palco. O jogador relembrou que morou com dona Nilza até os 16 anos.
"É uma pessoa muito especial porque meu pai sempre morou longe, então sempre tive minha mãe e meus irmãos com minha avó. A casa era pequena, então dormi junto com ela vários dias. Fico sem palavras, ela marcou minha vida. Sei que há o momento das pessoas partirem, então aproveito cada momento com ela. Eles fizeram de tudo para viver meu sonho. Vê-la feliz não tem preço", disse Vini.
Com quatro gols marcados em três partidas nesta Copa do Mundo, Vini Jr. vive um momento iluminado. Aos 25 anos, o atacante destaca a mescla entre a experiência dos veteranos e a força da nova geração para quebrar o jejum de 24 anos sem títulos mundiais do Brasil.
"É uma geração que batalha muito para colocar o Brasil ao topo. A sexta estrela está demorando muito. Aprendemos muito nesses últimos anos. Muitos jogadores jogaram a última Copa América. O Ancelotti nos dá liberdade, tranquilidade e esperança para voltar ao topo. Ter Neymar, Casemiro, Alex Sandro, Danilo, Marquinhos, são muito experientes e nos dão muita liberdade para que nós, mais jovens, tenham espaço. Eu só tenho 25 (anos), mas temos uma galera muito boa vindo, com Endrick, Rayan...", comentou o camisa 7.
Combate ao racismo como prioridade
Para além das quatro linhas, Vini Jr. reafirmou seu compromisso na luta antirracista. O jogador celebrou os avanços legislativos, como a "lei Vini Jr.", que prevê punições rigorosas para ofensas raciais, citando o recente caso envolvendo o jogador Almirón. Para Vini, o impacto social de suas ações supera qualquer taça.
"Essas conquistas fora de campo são muito mais importantes do que as que eu ganho dentro de campo. Porque eu ajudo muito mais gente. Claro que a evolução é lenta, mas que ela siga acontecendo para que a próxima geração não sofra. Eu tenho um irmão de sete anos e eu espero que ele não sofra com racismo. Quero fazer grandes coisas em campo, mas continuar inspirando jovens negros que não têm a voz que eu tenho", afirmou.
Encerrando a conversa, o atacante falou sobre o sentimento de defender as cores do país e a importância da união do grupo convocado para o Mundial. "Sensação de orgulho poder representar minha família e corresponder à altura do meu nível que sempre fiz no Real Madrid, algo que sempre quis fazer na Seleção. Sempre sonhei em jogar uma Copa, estou na minha segunda, não tem coisa melhor representar todos aqueles jogadores que sempre sonharam em estar aqui. Foram anos de batalha para os 26 jogadores e o Wesley, que ficou de fora", concluiu.
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