Durante a transmissão do pré-jogo entre Brasil e Marrocos pelo SBT, Galvão Bueno não poupou críticas à organização da Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos. O narrador destacou as dificuldades enfrentadas pelos torcedores para acessar o estádio, apontando falhas graves no planejamento logístico.
"O trânsito tá uma bagunça sem tamanho. O trânsito está uma coisa infernal, as pessoas sem saber pra onde ir, onde é o estacionamento. Em 1994 foi exatamente assim", disparou Galvão, traçando um paralelo com sua experiência na cobertura do mundial realizado no país há 32 anos.
O veterano lamentou que, apesar do tempo decorrido, pouco tenha mudado, criticando especialmente a falta de suporte das autoridades locais. "Polícia fala 'aqui não', não está nem aí, não te dá orientação nenhuma. Nunca vi uma Copa começar tão ruim quanto essa", completou.
Galvão também se mostrou incomodado com as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa) quanto aos nomes das arenas. Como a entidade proíbe o uso de naming rights, o estádio da estreia brasileira é identificado apenas pela localização, em New Jersey. "Aqui tinha um nome, mas, já que não pode falar, eu não falo", reclamou o narrador, que também citou o caso do lendário Estádio Azteca, no México, rebatizado para a competição: "Azteca é tipo Maracanã", pontuou, inconformado com a medida.
O clima de tensão só deu lugar ao entusiasmo quando a emissora exibiu a festa do Olodum, diretamente de Salvador (BA). Ao som da percussão, Galvão recuperou o bom humor: "Mete a pancada no surdão aí, vambora".
Simplesmente Galvão Bueno chamando Olodum no SBT!
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) June 13, 2026
"Eu quero ouvir o ritmo do Pelourinho! Eu quero ouvir o ritmo do Olodum! Axé! Mete a pancada aí!”
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Assista ao "De Hoje a Oito com Kadu Brandão" especial de Copa do Mundo:

