O sofrimento do povo de Batanga vai atingir o ápice e ecoar do outro lado do oceano nos próximos capítulos de “A Nobreza do Amor“, a novela das seis da Globo. De acordo com informações do site Notícias da TV, a estabilidade que a princesa refugiada Alika (Duda Santos) vinha construindo no Brasil será brutalmente abalada por uma correspondência oficial.
Ao tomar conhecimento de que o tirânico Rei Jendal (Lázaro Ramos) cometeu um crime de guerra ao queimar toneladas de mantimentos internacionais, a modista entrará em desespero e anunciará que abandonará tudo para liderar a revolução armada em sua terra natal.
Toda a reviravolta dramática começará quando o tio da mocinha, José (Bukassa Kabengele), chegar ao ateliê trazendo uma carta urgente enviada pelo influente político brasileiro Nilo Peçanha (Deo Garcez). No documento, o ex-presidente relatará que o governo da Dinamarca se comoveu com a crise e enviou um navio mercante carregado de ajuda humanitária e alimentos para salvar a população da fome.
No entanto, com medo de perder o controle e demonstrar fraqueza diante da intervenção estrangeira, o monarca psicopata ordenou que seus soldados incendiassem toda a carga de comida antes que ela chegasse aos plebeus.
A revelação deixará a família real exilada completamente transtornada de dor e indignação. Em prantos, Alika deduzirá que essa onda de violência extrema explica a falta de notícias de Dumi (Licínio Januário), o líder dos camponeses que ela nem imagina estar sendo encurralado na floresta.
Sem conseguir suportar a culpa de viver em segurança e fartura no Brasil enquanto seus súditos morrem de desnutrição, a protagonista tomará uma decisão drástica e baterá o pé para avisar que voltará para Batanga disposta a trocar as tesouras da alta costura pelas baionetas para derrubar o tirano.
No entanto, a matriarca Niara (Zezé Motta) intervirá imediatamente para frear os impulsos da herdeira, agindo como a voz da razão em meio ao caos familiar. A veterana segurará os ombros de Alika e a alertará que retornar sem um plano militar sólido ou um exército estruturado seria o equivalente a se entregar voluntariamente para o carrasco do rei.
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