Durante discurso na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (13), Jojo Todynho se envolveu em mais uma polêmica ao afirmar que existe uma narrativa vitimista ligada ao povo negro. A declaração repercutiu nas redes sociais e recebeu comentário de Ana Paula Renault.
“Existe uma narrativa muito confortável sendo repetida há anos no Brasil, uma narrativa que tenta convencer o povo negro que nasceu condenado ao ressentimento, à revolta permanente e ao papel de vítima eterna. Eu não nasci para ser vítima”, declarou a funkeira durante a sessão.
A influenciadora Barbara Carine rebateu a fala em publicação nas redes sociais e destacou a trajetória histórica da população negra. “O movimento negro é revolucionário! E não ressentido, revoltado e vitimista”, escreveu.
Nos comentários, Ana Paula Renault elogiou Barbara Carine. “Você que deveria estar nesse palanque com esse microfone. Te escutar é um eterno aprendizado”, comentou a campeã do "BBB 26".
Ana Paula Renault abre o jogo de vida sexual pós-BBB 26: 'Na fartura'
Após enfrentar um longo jejum de 100 dias durante sua marcante passagem pelo "BBB 26", Ana Paula Renault decidiu abrir o jogo sobre sua vida afetiva fora da casa mais vigiada do Brasil. A mineira confirmou à revista Quem que já encerrou a fase de seca e que está aproveitando a liberdade após o confinamento.
Com seu estilo direto, ela não fez mistério ao ser questionada se já havia se envolvido com alguém desde a saída do reality. "Já [peguei], com certeza! Senão, como é que eu faço? Você sabe como é que a mulher fica bem? Na fartura. Então, eu tenho que continuar assim", declarou a campeã da edição.
Para além das fofocas sobre sua vida íntima, a apresentadora aproveitou a visibilidade para levantar uma bandeira importante sobre a autonomia das mulheres. Ana Paula ressaltou que é fundamental tratar a sexualidade feminina com naturalidade para quebrar estigmas que ainda persistem na sociedade. "Eu acho até importante a gente sair de uma brincadeira dessa e cair num assunto sério, porque as pessoas confundem muito a liberdade feminina com: 'Ai, mas por que que ela tem que ser promíscua?', 'ai, por que que ela tem que falar desse jeito?'. Gente, não é por aí", afirmou.
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