A apresentadora Adriane Galisteu fez um desabafo sincero sobre sua luta contra a Síndrome do Piriforme, condição diagnosticada em outubro de 2025 que chegou a comprometer sua mobilidade. Após uma sessão de quiropraxia, a loira refletiu sobre a complexidade da recuperação e a persistência das dores, que surgiram após um erro durante um treino físico.
"Estou conseguindo ter mais força. Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava. Ô coisa difícil de tratar. Agradece a Deus todo dia, [porque você] nem lembra que tem esse troço chamado piriforme", afirmou Galisteu, destacando que o tratamento tem sido um processo longo e desafiador desde o primeiro sinal de crise.
A síndrome, que consiste na compressão do nervo ciático pelo músculo piriforme localizado nas nádegas, manifestou-se após um esforço físico inadequado. Na ocasião, a apresentadora de "A Fazenda" relatou o momento exato da lesão: "Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo. Eu vou sair daqui e vou para o hospital fazer uma ressonância para ver o que aconteceu. Porque é uma dor chata. Eu já tomei um anti-inflamatório que me ajudou muito, mas eu não estou 100%. Nunca tive essa dor. Uma dor que irradia assim na perna".
O diagnóstico definitivo só veio após a realização de exames de imagem, revelando uma condição que era, até então, totalmente desconhecida para a artista. "Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais. Fica do lado do ciático, mas não tem a ver com o ciático. É um músculo que fica profundo no quadril, ao lado do ciático”, explicou ela aos seus seguidores, reforçando a importância de entender a anatomia do corpo para lidar com a recuperação.
O que é Síndrome do Piriforme?
De acordo com o Manual MSD, a Síndrome do Piriforme ocorre quando o músculo piriforme, situado na região glútea perto do quadril, comprime o nervo ciático. Embora seja considerada uma condição incomum, ela provoca sintomas como dor crônica persistente, formigamento e dormência, que se iniciam nas nádegas e podem se estender até os pés. Para tratar a síndrome, as recomendações geralmente incluem repouso, uso de analgésicos e sessões de reabilitação.
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