A influência e idolatria por Ayrton Senna entre fãs e admiradores da Fórmula 1 parece só crescer, mesmo após mais de 30 anos da morte do piloto brasileiro.
Noah Braet é mais um dos muitos apaixonados pelo tricampeão da Fórmula 1. Uma paixão grande o suficiente para atravessar um oceano. O torcedor veio da Bélgica para São Paulo para assistir pela primeira vez um GP de Fórmula 1.
O motivo de ter escolhido São Paulo para assistir à primeira corrida? “Ayrton Senna do Brasil”.
“A história por trás é que Ayrton Senna me inspirou. Ayrton Senna do Brasil é meu ídolo. Porque a história dele é uma história sobre resiliência e respeito por si mesmo. Ayrton Senna foi uma das maiores personalidades do mundo, na minha opinião”, explicou o torcedor belga.
“Ele respeitava as outras pessoas, mas também se defendia. Ele era alguém muito gentil, mas não se deixava ser passado pra trás, era um homem realmente muito forte”, destacou.
Influência do audiovisual
Mas a paixão é recente. Noah admitiu que ela nasceu em 2025, depois de assistir ao filme “F1”. Antes disso nunca havia visto uma corrida inteira.
“Antes do filme da Fórmula 1, eu nunca tinha assistido. Nunca. E, por causa do filme, me tornei o maior fã, fiquei obcecado pela Fórmula 1”, contou.
Homenagens a Senna
Noah é mais um dos inúmeros apaixonados por Senna que aproveitam o GP de São Paulo para relembrar e homenagear a história do ídolo. Um desses muitos fãs é o atual campeão da Fórmula 1, Kimi Antonelli, que vai utilizar um capacete especial em homenagem ao piloto brasileiro na corrida deste domingo (8).
A pintura é inspirada no tradicional capacete que se tornou símbolo de Ayrton Senna, com listras nas cores da bandeira brasileira. Também há um desenho de um câmbio, referência ao GP de São Paulo de 1991, quando o piloto completou as últimas voltas na sexta marcha e mesmo assim ganhou a corrida.
Kimi Antonelli é o campeão da Fórmula 1 mais jovem da história

