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São Paulo confirma cerca de 60 casos de Mpox nos últimos 30 dias

Radar Olhar Aguçado(há 32 minutos)
São Paulo confirma cerca de 60 casos de Mpox nos últimos 30 dias

Cerca de 60 casos de Mpox foram confirmados nos últimos 30 dias pela SES-SP (Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo) no estado. São Paulo confirmou 300 casos durante todo o ano de 2026, sem nenhum óbito confirmado.

Os números dos últimos 30 dias representam praticamente 20% do total de casos em todo o ano no estado, o que mostra um aumento da contaminação nos últimos dias.

O Brasil registrou 665 casos de Mpox em 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o número é 94% menor que o contabilizado em 2022, quando o país enfrentou um surto da doença e notificou 10.821 casos.

O Ministério da Saúde autorizou a aquisição de até 20 mil doses da vacina contra a Mpox, por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em parceria com a organização

Principais sintomas

A Mpox, doença viral infecciosa causada pelo vírus monkeypox, que provoca erupções e lesões na pele, é transmitida principalmente pelo contato com lesões, fluidos corporais ou mucosas de pessoas infectadas e no compartilhamento de objetos contaminados.

De acordo com os dados do NIES, 99% dos casos têm como principal sintoma as lesões na pele e a febre está presente em 5% dos casos confirmados. A SES-SP informa que os sintomas da doença incluem lesões na pele, febre, fraqueza, dores musculares, nas costas, de cabeça e garganta, congestão nasal e tosse.

Como prevenir?

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo afirma que, em caso de suspeita de Mpox, é necessário procurar uma unidade de saúde. Além disso, em caso de confirmação da doença, a SES-SP informa que é necessário manter o isolamento imediato.

Para prevenção, a secretaria indica que a população faça a higienização das mãos, não compartilhe objetos pessoais e evite contato íntimo ou sexual com pessoas com lesões na pele.

A Mpox tem cura?

Nenhum medicamento para cura de Mpox foi aprovado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A possibilidade que os órgãos de saúde oferecem é um tratamento clínico para minimizar os sintomas, prevenir e tratar complicações, além de evitar sequelas.

A Organização Pan-Americana da Saúde afirma que os sintomas dos casos leves a moderados da doença geralmente desaparecem por conta própria, sem a necessidade de intervenção médica.

As lesões na pele causadas pela doença devem secar por conta própria ou com a ajuda de um curativo úmido. Os infectados também devem usar produtos como enxaguantes bucais e colírios que contenham cortisona.

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