Vários dos maiores sindicatos da França — que representam desde estudantes, professores e funcionários dos correios até médicos, farmacêuticos e trabalhadores do setor de transportes — convocaram uma greve nacional para esta quinta-feira (5).
A estimativa do Ministério do Interior do país é de que 600 mil manifestantes foram às ruas da França nesta quinta. Isso faz a data representar o dia com maior número de protestos desde o início da atual onda de agitação, em setembro.
Mas como isso está afetando os serviços essenciais?
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- Escolas: Segundo o Ministério da Educação da França, cerca de 13% dos profissionais da rede escolar estão participando das greves, incluindo 16% do corpo docente. Aproximadamente 19% das escolas e 18% das instituições de ensino superior em toda a França foram afetadas pela paralisação.
- Universidades: Cerca de um terço das instituições de ensino superior na França apresentam “interrupções” em suas atividades devido às greves e protestos, informou o governo à CNN.
- Hospitais: Apenas uma pequena parcela dos funcionários de hospitais públicos — cerca de 4% da força de trabalho — está participando da greve, declarou o Ministério da Saúde da França à CNN. “Não foram relatadas interrupções significativas nos serviços de saúde”, acrescentou a pasta. Dois dos principais sindicatos franceses, que representam profissionais de saúde tanto do setor público quanto do privado, haviam convocado a categoria para a greve, citando o alto custo de vida e a deterioração dos serviços públicos.
- Transportes: Quatro em cada 10 trens programados para hoje foram cancelados; contudo, parte desses cancelamentos deve-se a outros fatores, como a indisponibilidade de equipamentos, segundo o site de monitoramento Trayn.

