O homem suspeito de atirar durante uma manifestação de estudantes da UFS (Universidade Federal de Sergipe) em apoio ao candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quinta-feira (8), foi identificado como Manoel Messias dos Santos, sargento da Polícia Militar.
Segundo a SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública), a arma utilizada foi recolhida e o policial será afastado das atividades de rua. A Corregedoria da Polícia Militar foi acionada para adotar as medidas administrativas cabíveis no âmbito do processo.
A perícia também foi acionada para realizar exame residuográfico, que busca identificar a presença de resíduos de disparo de arma de fogo. Imagens da região também estão sendo coletadas e analisadas para auxiliar na investigação.
Em nota, a corporação afirmou que não compactua com condutas que contrariem a legalidade e os princípios que orientam a atuação das forças de segurança. A Polícia Civil instaurará inquérito para apurar as circunstâncias do caso.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa do policial. O espaço segue aberto.
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Ato foi interrompido por tiros
Um ato de estudantes da Universidade Federal de Sergipe em apoio ao candidato à presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi interrompido na noite desta quinta-feira (8) após um homem armado disparar no campus.
Imagens publicadas nas redes sociais mostram estudantes correndo durante a confusão. Segundo a UNE (União Nacional dos Estudantes), o suspeito teria tentado tumultuar a manifestação.
Veja:
Em relato publicado nas redes sociais, um estudante da universidade que estava no local afirmou que uma pessoa desceu de um carro com uma arma na cintura e começou a atirar.
“É a primeira vez que eu vi uma pessoa atirando. Gostaria de orientar as pessoas. É claro que todo mundo ali motivado pelas emoções, mas a nossa segurança em primeiro lugar”, disse.
À CNN Brasil, a UFS (Universidade Federal de Sergipe) informou que acompanha o caso registrado nesta quinta-feira (8), durante ato político realizado em via pública, nas imediações do Campus São Cristóvão.
Segundo a universidade, a manifestação não foi organizada nem promovida pela instituição e ocorreu fora de suas dependências.
A UFS afirmou que está em contato com as autoridades de segurança pública e permanece à disposição para colaborar com as investigações.
Em nota, destacou ainda que “repudia qualquer forma de violência ou intimidação, independentemente de orientação política, e reafirma seu compromisso com a segurança da comunidade acadêmica, a liberdade de expressão e a convivência democrática e pacífica”.

