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Paróquia em Santos é elevada a Basílica Menor pelo Vaticano

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Paróquia em Santos é elevada a Basílica Menor pelo Vaticano

A Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, localizada em Santos, no litoral de São Paulo, foi elevada à Basílica Menor. O título é concedido pelo Papa Leão XIV à templos que apresentam uma importância espiritual, histórica, pastoral ou cultural.  

A resposta de Roma chegou no dia 1º de outubro, mesmo dia que foi realizada a celebração dos 100 anos de criação da Paróquia, em 1926. Mais de 1.200 pessoas, entre o interior e o entorno da igreja, participaram da celebração. 

O decreto do Vaticano foi apresentado aos fiéis logo no início da Santa Missa, por meio de Dom Joaquim Mol, Bispo Diocesano de Santos. Ele fez a leitura do decreto do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, datado de 8 de setembro de 2026. 

O documento atende aos pedidos de Dom Tarcísio Scaramussa, que era o Bispo de Santos no momento da solicitação. Depois de ser tornar bispo emérito, Dom Mol confirmou o pedido, que concede à igreja paroquial dedicada a Nossa Senhora do Rosário o título e a dignidade de Basílica Menor, com os direitos e as concessões litúrgicas correspondentes. 

Todo o processo para a concessão do título teve início há dois anos, em 2024, e foi acompanhado pela comunidade da baixada santista.  

O que significa o título de Basílica Menor? 

Segundo a Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, o título concedido pela Igreja Católica não significa que esta igreja seja “superior” às outras, mas o novo nome acompanha uma responsabilidade de missão para fortalecer a vida de fé da comunidade e da região.  

Além disso, visa favorecer a celebração litúrgica, acolher os fiéis e peregrinos e manter uma ligação especial com o Bispo de Roma, o Papa. 

Dessa forma, a nova basílica também deve conter novos aparatos relacionados ao título, como o uso de um umbráculo, que é uma espécie de guarda-sol ornamental em formato semiaberto. O objeto tem faixas de seda nas cores amarela e vermelha e representa uma das insígnias tradicionais e obrigatórias de uma basílica, simbolizando o vínculo daquela igreja com o Papa. Também deve apresentar um tintinábulo, um pequeno campanário portátil ou sineta colocado no alto de uma haste, que possui um estandarte com a imagem do santo padroeiro da basílica.  

Além desses itens, o espaço deverá exibir o brasão pontifício, conforme as normas litúrgicas. 

A partir da nova nomeação, o Pároco, Padre Cláudio da Conceição, passa também a exercer a função de Reitor da Basílica. 

*Sob supervisão de André Rigue.

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