Algumas das peças mais icônicas da carreira de Michael Jackson (1958-2009), usadas por ele no videoclipe da música “Thriller” (1982), serão leiloadas em um evento especial marcado para acontecer no dia 7 de dezembro no hotel Rosewood de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
O leilão está sendo organizado pela empresa Julien’s Auctions e o objetivo dos organizadores é honrar o legado do rei do pop e aproximar sua história com os fãs e colecionadores. Segundo informações do site oficial da casa de leilões, os itens principais serão: a jaqueta de couro vermelha e preta e os sapatos pretos que o cantor usou na gravação do hit musical.
Além dos itens centrais, também serão anunciadas a luva branca brilhante e os mocassins “Moonwalk”, utilizados por Jackson durante sua apresentação de “Billie Jean” em 1983 no especial de televisão “Motown 25: Yesterday, Today, Forever”. Os acessórios ficaram eternizados na carreira do artista por terem sido vestidos por ele na primeira vez que ele fez o famoso passo moonwalk ao vivo.
“A jaqueta de ‘Thriller’ é aquela que o mundo nunca parou de comentar, e estamos entusiasmados em apresentá-la juntamente com a luva cravejada de strass que Michael Jackson usou quando estreou o moonwalk no Motown 25. Cada um deles carrega um momento que mudou a cultura pop para sempre, e estamos honrados em oferecê-los”, afirmou Martin Nolan, cofundador e diretor executivo da Julien’s Auctions à revista People.
Antes de partirem para o evento em que serão comercializados, os artefatos do cantor do pop farão uma aparição especial no evento anual “This Is Thriller” da Fundação Heal Los Angeles de Prince Jackson, no Palace Theatre, Los Angeles, local no qual partes do lendário videoclipe de “Thriller” foram filmadas.
Assista ao clipe de “Thriller” (1982)
Relembre a morte de Michael Jackson
Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos, vítima de uma parada cardíaca após uma overdose de sedativos e propofol, um anestésico poderoso. Após partir prematuramente, o artista deixou três filhos: Prince Jackson, Paris Jackson e Bigi Jackson.
Na época, o cardiologista do astro, Conrad Murray, foi indiciado por homicídio culposo por ministrar o medicamento. O profissional foi condenado, em novembro de 2011, a quatro anos de prisão e liberado dois anos mais tarde. Alguns meses depois, ele também voltou a poder exercer a profissão.
Além de ter emplacado diversos hits com o lançamento do álbum “Thriller” (1982), até o ano de sua morte, ele ainda emplacou “Bad” (1987), “Dangerous” (1991) e “Invincible” (2001). Dando sequência a seu sucesso, sua família ainda divulgou dois álbuns póstumos: “Michael” (2010) e “Xscape” (2014).
*Sob supervisão de Flávio Ismerim, da CNN Brasil
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