A Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe as casas de apostas esportivas no Brasil, será alvo de protesto da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).
Para viabilizar os protestos, serão cedidos espaços publicitários nas placas ao redor do campo. A campanha “Proibir não é proteger” será apresentada em nove dos dez jogos da 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, disputados entre quarta (7) e quinta-feira (8).
Serão quatro blocos de mensagens, divididos em três frases cada. Veja a divisão abaixo!
Bloco 1
- Proibir não é proteger
- Não se muda a regra no meio do jogo
- Proibir quem segue as regras favorece quem?
Bloco 2
- Proibir não é proteger
- Não é só o futebol que perde
- Quem lucra com as bets ilegais?
Bloco 3
- Proibir não é proteger
- A demanda não acaba, apenas muda de endereço
- A quem interessa o mercado ilegal?
Bloco 4
- Proibir não é proteger
- Conheça mais sobre a regulação das apostas
- www.apostoquevocenaosabia.com
Mais protestos
No quarto bloco, aparece um domínio novo. O site “Aposto que você não sabia” fala sobre proteções que o mercado de apostas, quando regulado, garante aos apostadores.
O portal pretende explicar como as regras das bets funcionam na prática, com conteúdos referenciados na página das fontes.
Entenda o caso
Desde que o presidente Lula (PT) assinou a MP das bets, diversos clubes de futebol se manifestaram contrários e afirmaram que, sem as parcerias com as casas de apostas, enfrentariam dificuldades financeiras.
Foi o caso de Flamengo e Fluminense, cujos presidentes concederam entrevista à CNN para comentar o assunto. A MP está em vigor desde segunda-feira (5), e alguns clubes já firmaram parcerias pontuais para substituírem as bets, como o Corinthians.

