O Brasil chega às Eleições 2026 com 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar em todo o país, de acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.
Nas eleições deste ano, brasileiras e brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. A taxa de abstenção, contudo, só será conhecida após o fechamento de todas as urnas e a consolidação dos resultados.
São Paulo lidera, mas registra queda no eleitorado
O estado de São Paulo segue como o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores aptos. No entanto, chama atenção o fato de que a região Sudeste como um todo registrou uma redução de 0,57% no número de eleitores em comparação com a eleição anterior, o equivalente a cerca de 400 mil pessoas a menos.
Apesar disso, três dos quatro maiores colégios eleitorais do Brasil estão concentrados nessa região. Em contrapartida, todas as demais regiões do país apresentaram crescimento no eleitorado. A região Norte foi a que registrou o maior aumento proporcional entre todas as regiões brasileiras.
Os maiores colégios eleitorais do país
Após São Paulo, Minas Gerais aparece como o segundo maior colégio eleitoral, com mais de 16 milhões de eleitores, representando pouco mais de 10% do total nacional. O Rio de Janeiro ocupa a terceira posição, com 12 milhões de pessoas aptas a votar.
Os demais estados, juntos, representam 60% do eleitorado brasileiro, incluindo a Bahia, que figura como o quarto maior colégio eleitoral do país.
A concentração do eleitorado influencia diretamente as estratégias de campanha dos candidatos. Todos os principais postulantes à presidência passaram pelos quatro maiores colégios eleitorais, sendo São Paulo o palco do ato final de campanha.
O peso de Minas Gerais nas eleições
Minas Gerais desperta atenção especial não apenas pelo volume de eleitores, mas pelo perfil diversificado de seu eleitorado. Especialistas consideram que o estado representa, em miniatura, a pluralidade do Brasil.
Essa heterogeneidade faz com que Minas Gerais seja historicamente decisivo nos resultados das eleições presidenciais desde a redemocratização, conforme ressaltado durante a análise dos dados eleitorais.

