O Manchester City foi considerado culpado de mais de 100 acusações de violação das regras financeiras e a pressão dos clubes rivais por uma punição severa só aumenta no cenário europeu. O caso, que se arrasta há quase oito anos, gera repercussão e coloca a Premier League em um momento delicado.
De acordo com o jornal inglês The Guardian, diretores e coordenadores de equipes da elite da Inglaterra afirmam que a dedução de pontos ou o rebaixamento para a segunda divisão nacional, a Championship, não seriam sanções suficientes para o clube de Manchester.
Além das violações financeiras, os demais clubes manifestam descontentamento com a dificuldade imposta pelo City durante a investigação. A Liga enfrentou obstáculos para uma conclusão, um cenário que já se repetiu em casos anteriores, aumentando a frustração.
Precedente do Everton
Um precedente recente é o do Everton. Na temporada 2023/2024, o clube sofreu punições por violação das regras de rentabilidade, perdendo inicialmente 12 pontos por excesso de gastos. Após recursos, a sanção caiu para 10 e depois para seis pontos, mas o clube sofreu nova penalidade de mais dois pontos na mesma temporada.
Em julho de 2026, o Everton foi novamente condenado, tendo que pagar 35 milhões de libras (cerca de R$ 240 milhões) mais juros ao Burnley pelas infrações cometidas.
Valor mascarado e pressão na Premier League
As alegações contra o Manchester City envolvem um valor aproximado de 920 milhões de libras (cerca de R$ 6,34 bilhões) mascarados. É por essa magnitude que a punição de rebaixamento é considerada insuficiente pelas demais equipes, que clamam por uma resposta à altura.
A federação do Campeonato Inglês também se encontra em um dilema. A entidade precisa equilibrar a satisfação de todos os clubes com a necessidade de punir severamente um dos principais nomes do futebol nacional. Segundo o The Guardian, uma resolução é aguardada até o final de janeiro.
Mbappé se torna acionista de empresa esportiva: “Moldar futebol do amanhã”
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

