O Palmeiras tem agido nos bastidores diante da Medida Provisória (MP) que proíbe a atuação das casas de apostas no Brasil. O clube negou participar, neste momento, da reunião prevista entre os times brasileiros e o Governo Federal.
O Palmeiras não enviaria um representante ao encontro, que estava previsto para esta terça-feira (29) e foi desmarcado.
Segundo apuração da “Itatiaia”, o clube entende que, a menos de uma semana das eleições, o momento não é o ideal para realizar a reunião com o governo.
Também há passos a serem tomados sobre o contrato com a Sportingbet, que prevê R$ 100 milhões anuais ao Palmeiras pelo patrocínio máster de forma fixa.
A reportagem buscou entender como os dois lados tratam a questão. Ambos estão em fase de espera, já que qualquer decisão sobre manutenção do acordo ou rescisão é incerta, porque o caso está em processo de judicialização. Palmeiras e Sportingbet mantêm respeito pela parceria, além de terem contato frequente e transparente.
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), por exemplo, acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP do Governo Federal.
A Medida Provisória que proíbe as bets tem validade inicial de 60 dias, prorrogável até 120 dias para ser analisada e votada pelo Congresso Nacional. Portanto, os próximos passos são dados com cautela.
O contrato do Palmeiras com a Sportingbet foi firmado em 2025 e tem validade por três anos, até 2027. São aproximadamente R$ 300 milhões fixos no total do acordo, além de valores previstos em metas.
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