A pesquisa eleitoral Gerp Mercadologia divulgada nesta quarta-feira (9) aponta que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de rejeição entre os eleitores brasileiros. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) marca 40% no mesmo indicador.
Como a pergunta permite múltiplas escolhas, no cenário em que o eleitor aponta em quais candidatos não votaria de jeito nenhum, a soma dos percentuais ultrapassa os 100%. A diferença entre os dois primeiros colocados é estatisticamente significativa e supera a margem de erro de dois pontos percentuais.
Analisando a série histórica do levantamento, o índice de rejeição do atual presidente oscilou nos últimos meses, passando de 47% em meados de julho para os atuais 49%. Já o senador fluminense registrou um movimento de recuo ao longo do mesmo período, oscilando para baixo após atingir o pico de 46% em julho e chegando agora aos 40%.
Na sequência do cenário estimulado, aparece Renan Santos (Missão) com 9% de rejeição. Em seguida, o empresário Pablo Marçal (PRTB) tem 8%, mesmo percentual obtido pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 8%, e pelo ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), também com 8%.
O escritor Augusto Cury (Avante) soma 7% de rejeição.
Dando prosseguimento aos dados, Rui Costa Pimenta (PCO) marca 6% e Samara Martins (UP) tem 6%, taxa idêntica à de Edmilson Costa (PCB) com 6% e de Clariana Barão (DC) com 6%.
Os demais nomes testados mostram que Wilson Grassi (Democrata) alcança 5% e Hertz Dias (PSTU) tem 5% de rejeição cada.
Entre os consultados, 5% não souberam responder. Aqueles que afirmam que não votariam em nenhum deles representam 2%, a mesma fatia dos eleitores que declaram que poderiam votar em qualquer um dos nomes apresentados.
Metodologia
A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores em todo o país, entre os dias 03 e 08 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada por Gerp Mercadologia e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00251/2026.

