Divulgada nesta quinta-feira (3), a nova pesquisa do instituto Real Time Big Data aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) possui o maior índice de resistência no estado de Pernambuco.
O parlamentar lidera o cenário de rejeição múltipla, quando atinge 52% das respostas dos eleitores, que afirmam não votar nele de jeito nenhum.
Em seguida, aparece o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), visto que Lula soma 33% de rejeição. Ele empata tecnicamente, no limite da margem de erro, com o candidato do PRTB, cenário em que Pablo Marçal registra 32% das menções negativas.
Na sequência da análise de resistência do eleitorado pernambucano, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 29%, seguido de perto pelo candidato do Missão, já que Renan Santos registra 28%.
Abaixo, o candidato do PCO, Rui Costa Pimenta soma 24%, enquanto o ex-governador Romeu Zema (Novo) marca 22%.
Zema empata numericamente com o escritor Augusto Cury (Avante), que também tem 22% de rejeição. A candidata Clariana Barão (DC) aparece com 21% de resistência, completando o grupo com índices acima dos 20 pontos.
No grupo dos candidatos que apresentam os menores índices de resistência e, consequentemente, maior espaço teórico para crescer junto ao eleitorado, a candidata Samara (UP) pontua com 19%.
Logo atrás, empatados numericamente, aparecem o Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB), visto que ambos marcam 18% de rejeição. Fechando a lista de nomes apresentados na simulação estimulada, o candidato Hertz Dias (PSTU) tem 17%.
O levantamento aponta ainda que 2% dos entrevistados declaram que poderiam votar em todos os candidatos, enquanto os que não sabem ou não responderam também representam 2%.
Metodologia
Foram ouvidas 1.600 pessoas no estado de Pernambuco entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05862/2026.

