A Vylor projeta gerar mais de US$ 2 bilhões em receita incremental até 2035 com seu portfólio de inovação em milho, incluindo receitas provenientes de licenciamento. A nova empresa será formada a partir da separação do negócio de sementes e genética avançada da Corteva, prevista para 1º de outubro.
O plano anunciado nesta terça-feira (1º) prevê o lançamento de sete novas plataformas tecnológicas de milho até 2035. Segundo a companhia, as tecnologias devem alcançar cerca de 90% de seu negócio de milho e fazem parte da estratégia de ampliar a participação de plataformas proprietárias e as oportunidades de licenciamento para terceiros.
A primeira etapa do plano está prevista para 2028, na América Latina. Na sequência, a empresa prevê novos lançamentos em diferentes mercados, incluindo América do Norte, ao longo da próxima década.
A empresa também pretende ampliar o uso de tecnologias próprias em seu portfólio, reduzindo sua dependência de tecnologias licenciadas e criando novas possibilidades de licenciamento.
De acordo com Sam Eathington, diretor de tecnologia da futura Vylor, o portfólio da companhia “será o resultado direto dos bilhões de dólares que investimos na última década para ajudar os agricultores a acompanharem mercados em constante crescimento e transformação. Estamos construindo plataformas tecnológicas proprietárias de longo prazo, com posição mais favorável em relação a royalties, que darão à Vylor mais liberdade para inovar, expandindo nosso negócio de licenciamento e posicionando a empresa para uma liderança sustentada”, disse, em comunicado.
A estratégia da companhia para o milho está baseada em três frentes: desenvolvimento de tecnologias voltadas às necessidades dos agricultores, utilização de germoplasma de elite em suas marcas e em acordos de licenciamento e expansão de plataformas proprietárias de biotecnologia e edição gênica.

