Na noite desta segunda-feira (31), o candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, teve perfis de suas redes sociais derrubados, horas após o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), ter determinado a suspensão parcial da sua campanha digital. De acordo com a equipe do líder do MBL (Movimento Brasil Livre), o seu canal no YouTube e perfil no Instagram foram suspensos no Brasil.
A CNN tentou acessar os perfis de Renan nas redes citadas e encontrou uma mensagem de “indisponível” nos links.
A campanha de Renan Santos disse ter recebido uma notificação do YouTube, em inglês, dizendo que a plataforma recebeu uma “ordem judicial” relacionada ao conteúdo publicado no canal e que, por isso, o perfil do candidato foi bloqueado no Brasil. A mensagem informa que novos vídeos também serão bloqueados.
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1 de 3Campanha de Renan Santos compartilhou aviso do YouTube • Reprodução
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2 de 3Canal no YouTube de Renan Santos aparece como "indisponível" • Reprodução
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3 de 3Instagram do candidato também saiu do ar • Reprodução
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A CNN procurou o Google, empresa dona do YouTube, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Mais cedo nesta segunda, o ministro Dias Toffoli, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), suspendeu parte da campanha eleitoral do candidato em decisão que também atinge o vice em sua chapa, Aroldo Medina.
A resolução, assinada no domingo (30) e divulgada nesta segunda, determina a suspensão da propaganda eleitoral da chapa nos perfis não informados à Justiça Eleitoral no prazo, além de vetar os repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral, e a participação de Renan em debates de rádio, TV, podcasts e outros meios de comunicação.
A decisão do ministro foi tomada após 16 perfis de Renan nas redes sociais serem informados ao TSE em 19 de agosto, 12 dias depois do pedido de registro de candidatura dele, apresentado em 7 de agosto.
Segundo as regras eleitorais, os candidatos devem informar todos os endereços de sites, blogs e redes sociais que serão utilizados durante a campanha no momento do registro.
O ministro deu um prazo de 24 horas para que Renan dê explicações em relação aos perfis que levaram à suspensão de sua campanha eleitoral, sob pena de indeferimento do registro da candidatura.

