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Dinheiro vivo em casa: entenda recomendação do Banco Central Europeu e saiba como conservar notas

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Dinheiro vivo em casa: entenda recomendação do Banco Central Europeu e saiba como conservar notas

Em um mundo cada vez mais digital, guardar notas na gaveta pode parecer coisa do passado. Mas o principal órgão econômico da Europa recomenda exatamente isso: cada família deve manter consigo uma pequena reserva de dinheiro vivo, suficiente para sobreviver por alguns dias em caso de crise.

O alerta surge em um momento em que, apesar de a maioria optar por pagamentos digitais, a procura por notas dispara sempre que a estabilidade é posta em xeque, seja por uma pandemia, um apagão ou uma guerra.

Entenda contexto

Em abril de 2025, a região ibérica viveu uma destas emergências quando um apagão deixou mais de 50 milhões de pessoas sem eletricidade, comunicações e pagamentos digitais durante várias horas. Cartões, transferências e até caixas de banco ficaram fora de operação, e muitos comerciantes só aceitavam notas. Quem não as tinha, ficou limitado no acesso a bens essenciais.

Para evitar apuros, a Comissão Europeia ainda manter um kit de emergência com itens básicos para manter o conforto e a segurança em um cenário de falta de luz, conexão e água por 72 horas.

Quanto dinheiro em espécie devo ter em casa?

O Banco Central Europeu recomenda manter uma reserva de emergência para três dias. No continente, o valor é calculado entre 70 e 100 euros, com base nos padrões de vida locais.

No caso do Brasil, o Banco Central não emite recomendações similares.

O dinheiro guardado pode perder valor?

Ao armazenar cédulas em espécie, é necessário atentar para alguns cuidados para garantir a integridade física das notas.

Para guardar o dinheiro em segurança, as recomendações do Banco Central incluem não dobrar as cédulas nem usar fita adesiva, grampos ou clipes metálicos. O local escolhido deve ser livre de umidade e mofo.

Cédulas danificadas pelo fogo, traças, cupins ou agentes químicos podem se tornar inutilizáveis caso não apresentem fragmentos maiores que sua metade original.

O governo brasileiro orienta cidadãos a buscar um banco para analisar suas notas danificadas. O banco deve receber as cédulas, fornecer um recibo e informar o solicitante sobre o resultado da análise do Banco Central.

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