A assessoria de imprensa do ator Evaldo Macarrão, 35, conhecido pelos recentes trabalhos em “Coração Acelerado”, “Renascer” e “No Rancho Fundo”, ambos da TV Globo, se manifestou nesta terça-feira (25), após a ex-parceira, Alana Ayoka, 28, desabafar sobre comportamentos abusivos durante um relacionamento vivido de 2019 a 2023.
Rapidamente, a internet recordou o romance e o apontou como suposto agressor. Em nota divulgada à imprensa, a equipe declarou: “Em razão das recentes publicações que vêm circulando nas redes sociais, o ator Evaldo Macarrão informa que, neste momento, opta por não comentar o conteúdo divulgado”.
“Ressalta-se que, na publicação original que deu origem às recentes repercussões, o nome do ator não é mencionado. Eventuais associações e acusações posteriormente realizadas por terceiros estão sendo analisadas pelas vias adequadas e sua equipe jurídica já está adotando as providências cabíveis”, diz outro trecho do comunicado.
“O ator repudia toda e qualquer forma de violência, especialmente a violência contra a mulher, e reafirma seu compromisso com o respeito, a dignidade e a integridade de todas as pessoas”, finalizou a nota.
Recorde o pronunciamento de Alana Ayoka
Na declaração de Alana, a atriz disse ter sido vítima de um monstro, que é “super admirado por aí, escondido atrás de um personagem gentil e amoroso para que as pessoas nunca desconfiem da farsa que ele é”.
“Escondido atrás de mentiras, discursos politizados de poder e força feminina e, principalmente, dos homens que o protegem”, afirmou na sequência.
A artista ainda relatou gritos e ameaças após os primeiros meses do romance, ressaltando ainda que o ex-parceiro teria escondido que tinha um filho no início da relação.
Segundo Ayoka, ele a manipulava para parecer que, na verdade, ela tinha preconceito com o fato de ele ser pai. “Primeiro começou com violência psicológica, depois foi para gritos, até chegar na agressão física, na pior parte da escrotidão que aconteceu comigo. Foi entre 2019 e 2023, quando eu consegui terminar”, lembrou.
Confira o relato de Alana na íntegra
Caso você ou alguém que você conheça seja vítima de qualquer tipo de violência doméstica, procure ajuda. No Brasil, há a Central de Atendimento à Mulher, que fornece ajuda com itens como registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes. O apoio está disponível pelo telefone 180. O atendimento está disponível 24 horas por dia.
Feminicídios cresceram 18% nos últimos 5 anos no Brasil, aponta estudo

