A Pet South America, maior feira da indústria pet da América Latina, encerrou sua mais recente edição com resultados expressivos. O evento, de caráter B2B, reuniu distribuidores, fabricantes, revendedores, empreendedores e profissionais do segmento em um único espaço, movimentando cerca de R$ 17 milhões em uma rodada de negócios — valor que supera em R$ 6 milhões o registrado no ano anterior.
O Brasil ocupa a terceira posição mundial em população pet, com 166,8 milhões de animais de estimação.
O mercado nacional reflete esse cenário com cifras bilionárias: após faturar aproximadamente R$ 78 bilhões em 2025, a expectativa é que o setor alcance R$ 81 bilhões em 2026, representando um crescimento de cerca de 4,21% em relação ao ano anterior, segundo uma associação do setor.
Diversidade de produtos e crescimento constante
Entre os destaques da feira, estavam produtos como sapatinhos e meias para cães, bolsas e malas de viagem estilizadas, barrinhas de proteína, colágeno mastigável, brinquedos, petiscos, produtos de higiene e mobiliário.
O segmento de pet food segue como líder do mercado brasileiro, mas a variedade de itens disponíveis evidencia a expansão do setor para novas categorias de consumo.
“O mercado vem nesse crescimento constante e realmente vem acompanhado junto com o crescimento da população pet, que vem nesse crescimento, um crescimento maior na parte de felinos, mas também com um crescimento muito grande na parte de população de cães”, afirmou Guilherme Martinez, diretor da South Pet America.
Pequenos negócios dominam o setor em São Paulo
Um dado relevante chama atenção para o perfil dos estabelecimentos do setor: 97% dos negócios pet no estado de São Paulo são de pequeno porte.
Para apoiar esse público, a feira contou com um estande do Sebrae voltado à orientação de empreendedores interessados em ingressar no mercado. O evento reuniu, ainda, veterinários e pesquisadores e outros profissionais do segmento.

