O Athletico-PR se manifestou pelas redes sociais nesta quinta-feira (13) depois do caso envolvendo o lateral Léo Derick. O jogador foi condenado a 13 anos de prisão por dois crimes de estupro contra uma ex-companheira.
A decisão foi tomada na última terça-feira (12), pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Curitiba. O jogador nega as acusações, afirmando que as relações ocorreram de forma consensual. O atleta poderá recorrer da decisão em liberdade. O Athletico-PR disse acompanhar o caso.
“O Athletico Paranaense tomou conhecimento da decisão judicial envolvendo o atleta Léo Derik. Por se tratar de processo que tramita em segredo de justiça, o Clube não comentará seu conteúdo nem os fatos nele discutidos”, disse o clube paranaense no Instagram.
“A decisão é de primeira instância e está sujeita a recurso. O Clube não toma parte no processo e respeitará seu regular andamento, observadas as garantias legais aplicáveis até eventual trânsito em julgado”, complementou o Athletico-PR.
Segundo a “Itatiaia”, embora o Ministério Público tenha pedido a absolvição do atleta nas alegações finais, sob o argumento de que havia divergências entre as versões apresentadas durante o processo, a juíza responsável pelo caso, Paula Scheer, entendeu que as provas eram suficientes para a condenação.
A pena foi de 6 anos e 6 meses de reclusão para cada crime. O primeiro teria acontecido em dezembro de 2023. O segundo episódio foi relatado em fevereiro de 2024. Dessa maneira, as sanções foram somadas, resultando em 13 anos de prisão, em regime inicial fechado.
Além da detenção, o jogador terá que pagar, de acordo com a “Itatiaia”, R$ 10 mil por crime, totalizando R$ 20 mil de indenização mínima por danos morais à vítima.
A CNN Brasil tenta contato com a defesa do jogador.

