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Após histórico de tremores, Usina de Tucuruí reforça monitoramento no PA

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Após histórico de tremores, Usina de Tucuruí reforça monitoramento no PA

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no sudeste do Pará, reforçou o monitoramento da barragem após uma sequência de tremores de baixa magnitude registrados no município.

A estrutura passou por uma simulação para testar os sistemas de segurança e os protocolos de resposta a possíveis ocorrências.

Em maio, a Rede Sismográfica Brasileira registrou três tremores em Tucuruí, com magnitudes de 2,5, 2,4 e 2,0. Em junho, novos abalos foram registrados e alguns foram sentidos por moradores.

O município chegou a criar uma comissão com a Prefeitura, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil para acompanhar a atividade sísmica.

A preocupação com os tremores no Pará não é nova. Em 2025, Parauapebas registrou um terremoto de magnitude 4,3, considerado o maior já registrado na região desde 1900.

Em julho daquele ano, outros dois tremores, ambos de magnitude 4,2, foram registrados em menos de 24 horas. Naquele momento, o Pará já contabilizava cinco eventos sísmicos no ano.

Monitoramento da barragem

Segundo a empresa responsável pela operação, Axia Energia, a barragem de Tucuruí é monitorada diariamente por mais de 1,6 mil instrumentos.

Os equipamentos acompanham fatores como pressão da água e possíveis movimentações da estrutura. Os dados são analisados pelas equipes responsáveis pela segurança, além de inspeções realizadas em campo.

A Axia Energia também destaca que a estrutura é considerada segura e permanece sob monitoramento contínuo.

A simulação realizada após os tremores teve justamente o objetivo de avaliar os sistemas de segurança e os procedimentos adotados em uma eventual situação de emergência.

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