O grupo de educação Ânima afirmou nesta segunda-feira (20), em resposta a questionamentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que não tem opção que obrigue a companhia a comprar a FMU (Faculdade Metropolitanas Unidas), segundo comunicado ao mercado.
“A Ânima Educação esclarece que não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda outorgada à Farallon Capital (ou a qualquer veículo sob seu controle ou influência) que lhe obrigasse a adquirir parte ou a integralidade das cotas da FMU”, afirmou a companhia de educação à CVM.
A empresa afirmou que o anúncio de aquisição da FMU, por R$ 410 milhões, feito na semana passada, foi motivado por “potencial estratégico e de geração de valor vislumbrados em relação a esse ativo”.
Desde o anúncio do negócio, a ação da Ânima tem sofrido perdas na bolsa. O papel encerrou nesta segunda-feira em queda de 3,1%, cotado a R$ 2,18. No dia da divulgação do negócio, em 14 de julho, a ação da empresa fechou a R$ 2,87.

