O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na segunda-feira (13) que Moscou responderia aos ataques ucranianos em seu território com retaliações “várias vezes mais poderosas”, acrescentando que a escala dessas respostas aumentaria.
Três fontes próximas ao Kremlin disseram à Reuters, na semana passada, que Putin rejeitava os pedidos para negociar a paz com Kiev, e que as recentes operações de drones da Ucrânia contra refinarias de petróleo e portos russos reforçavam sua determinação de continuar lutando por enquanto.
Segundo informações das forças ucranianas, o país bombardeou 14 embarcações russas no domingo (12), incluindo 10 petroleiros, um dos episódios mais recentes na troca de ataques entre Moscou e Kiev que tem escalado nas últimas semanas.
Putin fez essas declarações enquanto visitava uma exposição em Moscou intitulada “Tudo pela Vitória”, organizada pela Frente Popular — uma coalizão política russa de organizações não governamentais aliadas ao partido governista Rússia Unida.
Apesar do posicionamento do líder russo, existe uma pressão e otimismo por parte dos Estados Unidos, que tenta mediar as negociações de paz. O presidente americano, Donald Trump, citou, na semana passada, que acreditava que as tratativas avançariam em breve.
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