Segundo maior artilheiro da Seleção Argentina, o ex-atacante Gabriel Batistuta lembra com carinho dos clássicos que disputou contra o Brasil ao longo da carreira.
Em Miami, onde acompanhou a equipe de Lionel Messi no confronto com Cabo Verde, pela fase de 16-avos da Copa do Mundo, Batistuta falou com a CNN Brasil na Casa Conmebol, espaço que a confederação sul-americana criou na cidade da Flórida e que conta, inclusive, com uma exposição.
“Eu não fui tão mal [nos jogos] contra o Brasil”, brinca o ex-jogador do Newell’s Old Boys, da Fiorentina e da Roma.
Batistuta marcou somente dois gols diante da Seleção Brasileira, mas esteve em campo no triunfo pela fase de grupos da Copa América de 1991 (3 a 2) e na eliminação do time brasileiro nas quartas de final da Copa América de 1993 (7 a 6 nos pênaltis).
Em ambas as edições do torneio, a Argentina se sagrou campeã.
“Mas foi sempre com muito respeito. Tenho muitos amigos brasileiros, joguei com muitos na Itália. Então, falo com o maior dos respeitos [pelo Brasil].”
No fim da década de 1990, o nome de Gabriel Batistuta esteve ligado ao Flamengo. O ex-atacante confessa que houve conversas com o clube carioca, mas que não avançaram.
“Sim, houve um interesse. Mas eu não podia jogar… me doía tudo, estava velho”, completa o argentino, em tom bem-humorado.
Em 2001, o centroavante viveria seu último grande momento na carreira, levando a Roma ao título da Serie A, em um time que contava com os brasileiros Aldair, Antonio Carlos Zago e Cafu.
Batistuta marcou 56 gols com a camisa da Argentina e só é superado no ranking de goleadores da equipe nacional por Lionel Messi, que anotou 124 vezes.
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