O governo da Venezuela decretou um período de luto de sete dias pelas vítimas dos terremotos.
O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (1º), pela presidente interina Delcy Rodríguez.
“Em homenagem à memória das vítimas, decidi decretar um período de luto nacional de sete dias, com início às 18h de hoje”, disse ela na rede social X.
“Nestes momentos de profunda dor, abramos nossos corações àqueles que sofrem com esta tragédia e reafirmemos nosso compromisso de apoiá-los e protegê-los”, acrescentou.
Sobe para 2.295 o número de mortos em terremotos na Venezuela
Os dois terremotos que atingiram a Venezuela na semana passada deixaram 2.295 mortos, afirmou nesta quarta-feira (1°) o presidente da Assembleia Nacional do país, Jorge Rodríguez.
Além disso, 11.267 pessoas ficaram feridas e desabrigadas em decorrência dos abalos, disse Rodríguez em pronunciamento na televisão estatal.
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1 de 6Mulher caminha com crianças após um terremoto, em Caracas, Venezuela, em 24 de junho de 2026 • REUTERS
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2 de 6Pessoas se reúnem enquanto equipes de emergência atuam no local de prédio desabado em Caracas após terremotos na Venezuela • REUTERS
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3 de 6Pessoas próximas de prédios destruídos após um terremoto, em La Guaira, na Venezuela, em 25 de junho de 2026 • REUTERS
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4 de 6Membros da Guarda Nacional Bolivariana montam guarda no local de um prédio desabado, que foi isolado, após um terremoto em Caracas, na Venezuela, em 24 de junho de 2026 • Leonardo Fernandez Viloria/REUTERS
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5 de 6Equipes de emergência em um prédio danificado após um terremoto, em La Guaira, Venezuela, em 24 de junho de 2026 • Maxwell Briceno/REUTERS
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6 de 6Prédio desaba em Caracas após terremoto 25 de junho de 2026 • Gaby Oraa/REUTERS
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Rodríguez também informou que mais de 4.000 socorristas internacionais e 26 mil funcionários venezuelanos continuam os esforços de busca.
Ocorreram 782 réplicas de tremores desde 24 de junho, dia em que os dois terremotos atingiram a Venezuela.
A Acnur (Agência da ONU para Refugiados), que coordena a resposta de proteção e abrigo, alertou na terça-feira (30) que a situação humanitária nas áreas afetadas “se deteriorou rapidamente”.
A agência afirmou que há “uma grave escassez de alimentos, o colapso dos serviços básicos e um aumento nos riscos de proteção para a população deslocada”.

