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“Não vai ficar impune”, diz Tarcísio sobre atentado contra tenente da Rota

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
“Não vai ficar impune”, diz Tarcísio sobre atentado contra tenente da Rota

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira (30) que crimes contra agentes públicos não ficarão “impunes” e que os criminosos serão encontrados e presos — ele se referia a tentativa de homicídio sofrida por Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), no último fim de semana.

A declaração foi dada durante a inauguração da nova sede do 7º Batalhão de Ações Especiais de Polícia, em São Paulo.

Segundo o chefe do executivo paulista, às forças de segurança estão focadas em esclarecer o atentado contra o oficial ocorrido no último dia 27 de junho, em São Caetano, no ABC Paulista.

“Eu quero dizer que esses crimes não vão ficar impunes. Não vamos tolerar agressões contra agentes da segurança pública. Todo o nosso efetivo, toda nossa energia, todo o nosso esforço vai ser pra levar os criminosos que cometeram esses crimes à cadeia”.

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo

Até o momento, dois homens, de 40 e 52 anos, foram localizados e presos na região de Guaianases, na zona Leste de São Paulo, no domingo (28).

Ainda segundo o governador, a Polícia Civil do estado acompanhou o caso desde o início: “Hoje ele já está consciente, ele está falando, vai ainda passar por procedimento cirúrgico, vai fazer uma recuperação da cabeça do fêmur, mas vai sair dessa, com certeza vai sair dessa. Eu tenho fé”, disse.

Atentado e investigações: entenda

O policial do 1º Batalhão da Rota foi baleado na cabeça durante uma tentativa de execução na manhã de sábado (27), na avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

De acordo com o apurado pela reportagem, o tenente saía de uma academia quando foi surpreendido por dois rapazes em uma moto. Na ocasião, os suspeitos param ao lado de Pimentel em uma avenida e efetuam os disparos.

À CNN Brasil, a polícia afirmou que alguns dos suspeitos de participação no crime seriam vinculados ao PCC (Primeiro Comando da Capital), maior facção criminosa do país. Ainda não foi divulgado, no entanto, quem seriam os envolvidos com a facção e o que teria motivado o crime.

Até o momento, duas pessoas foram presas. Eles são investigados por prestarem apoio logístico aos autores antes e após o crime. Com eles, dois automóveis foram apreendidos e levados à perícia do Instituto de Criminalística.

A Polícia Civil continua investigando o caso.

*Sob supervisão de AR.

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