Há quase 30 anos um Grande Prêmio de Fórmula 1 não é realizado no mesmo dia que um jogo do Brasil. Neste domingo, muitas coincidências rondam a modalidade e a disputa das oitavas de final da Copa do Mundo contra a Noruega.
Chuva na Inglaterra, zebra nos Estados Unidos
Em 1998, o Brasil entrou em campo no Estádio Velodrome, em Marselha, e assim como no próximo dia 5, era realizado o GP da Grã-Bretanha.
Em um dos circuitos mais famosos da temporada, Silverstone, e debaixo de chuva, Michael Schumacher (Ferrari) foi o vencedor, com Mika Hakkinen (McLaren) na segunda colocação e Eddie Irvine (Ferrari) na terceira colocação.
Hakkinen foi o campeão da temporada com 100 pontos, e o piloto alemão ficou na segunda colocação, com 86.
Em campo, o resultado não foi nada positivo para a Seleção. Depois de Bebeto abrir o placar, aos 23 minutos, Tore Andre Flo e Kjetil Rekdal marcaram pelo lado norueguês confirmando uma das maiores zebras da história das Copas.
A seleção conseguiu se classificar ao mata mata mesmo diante do resultado negativo, e chegou à decisão contra a França. No fim, o Brasil acabou derrotado por 3 a 0.
Seleção precisa de um resultado diferente
O Brasil chega para o confronto esperando escrever uma história diferente. Ao contrário do que aconteceu em 1998, o Brasil não pode se dar ao luxo de uma derrota – precisa vencer para não voltar para casa mais cedo.
Enquanto isso, na Fórmula 1, é o garoto Kimi Antonelli, da Mercedes, de apenas 19 anos, quem lidera o mundial de pilotos com 171 pontos. George Russel, também da Mercedes, é o segundo colocado, com 131, seguido por Hamilton, da Ferrari, que soma 125.
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