O confronto entre Brasil e Japão na Copa do Mundo é apontado por comentaristas como o primeiro grande teste para os laterais da seleção brasileira no torneio. A intensidade e o estilo de jogo da equipe japonesa, que explora as pontas com grande frequência, devem colocar à prova a solidez defensiva do time brasileiro.
O estilo japonês e o desafio pelas laterais
Os alas japoneses se transformam em pontas e os pontas atuam como “ultra pontas”, avançando muito pelas laterais e também caindo por dentro para criar associações e chegar ao ataque. Esse movimento constante e veloz deve exigir atenção redobrada dos laterais brasileiros durante todo o confronto.
Danilo e Douglas Santos como “operários” seguros
Cris Schwambach destacou a estabilidade que Danilo e Douglas Santos — apelidados de “operários da bola” ou simplesmente “correto”, no caso de Douglas Santos — trouxeram para a defesa brasileira durante a Copa.
“Eles estão muito seguros”, afirmou, ressaltando que essa solidez era algo que não se via na zona defensiva do Brasil nos períodos anteriores, marcados por constantes alterações na formação.
A comparação com o amistoso contra o Japão, no qual o Brasil perdeu de virada com uma defesa completamente diferente, reforça a evolução do setor.
Análise: Japão tem menos tradição, mas pode dar trabalho para o Brasil

