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Bélgica enfrenta a resiliência do Irã pressionada para assumir protagonismo

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Bélgica enfrenta a resiliência do Irã pressionada para assumir protagonismo

Apontada como uma das seleções que podem ter um lugar de destaque na Copa do Mundo de 2026, a Bélgica sabe que ficou devendo na estreia, ao só empatar com o Egito. Por isso, os comandado de Rudi Garcia entram em campo, neste domingo (21), às 16h (de Brasília), pressionados diante de um Irã, que se mostrou resiliente frente à Nova Zelândia, quando teve forças para obter duas vezes a igualdade no placar;

Belgas, iranianos, egípcios e neozelandeses somam um ponto cada e sabem que um resultado nesta segunda rodada do Grupo G é essencial na briga pelas vagas na segunda fase do Mundial. Uma derrota pode levar a uma eliminação precoce na Copa.

Rudi Garcia não deve utilizar o atacante grandalhão Romelu Lukaku desde o início da partida, apesar de sua boa atuação e do gol marcado, que mudaram o panorama do jogo com o Egito.

O treinador francês conta mais uma vez com a experiência de Courtois, Doku, De Bruyne e Trossard. Desta forma, a alteração principal na equipe será na atitude para conseguir o domínio do jogo logo no início e impor um ritmo forte a ponto de pressionar a seleção iraniana em seu campo.

Clima mais morno

Com a assinatura do acordo entre Estados Unidos e República Islâmica, nesta sexta-feira (19), que distanciou os norte-americanos no conflito bélico no qual eram aliados de Israel contra o Irã, ainda são esperadas mais manifestações em Los Angeles, assim como ocorreu no jogo com a Nova Zelândia.

Los Angeles é a cidade com maior população iraniana fora do Irã, estimada em 700 mil pessoas, e muitos dos que compõem a diáspora se opõem ao regime.

Dentro de campo, Amir Ghalenoei ficou satisfeito com o desempenho do time na estreia, a ponto de repetir a escalação contra a Bélgica. O técnico acredita que o estilo de jogo belga pode favorecer o Irã, que sabe se proteger quando atacado e tem jogadores com características para realizar rápidos contra-ataques. Esta tática não pôde ser utilizada frente aos neozelandeses, donos de um jogo mais cadenciado e sem muita agressividade.

Ghalenoei espera que o experiente Taremi, de 33 anos, autor de 59 gols em 105 jogos pela seleção, faça a diferença no ataque. Em 2022 ele marcou os dois gols iranianos na derrota por 6 a 2 para a Inglaterra.

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