A CNN Brasil é a marca de jornalismo em que o brasileiro mais confia, segundo o relatório anual produzido pela Universidade de Oxford em parceria com o Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, divulgado nesta semana.
Para Rubens Menin, fundador e sócio-controlador da CNN Brasil, o resultado do Digital News Report 2026 é o reconhecimento dos seis anos de atuação do canal multiplataforma.
“Eu fiquei muito satisfeito com essa premiação. Ela vem coroar aquele trabalho que a gente sempre quis fazer na CNN”, afirmou em entrevista à âncora do Live CNN, Elisa Veeck, nesta quarta-feira (17).
Para Menin, a credibilidade é o alicerce central de qualquer veículo de comunicação. “Credibilidade é o pilar número um de qualquer empresa de comunicação”, reforçou.
Credibilidade construída com responsabilidade
Menin destacou que a confiança conquistada ao longo dos anos representa, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade. Segundo ele, a credibilidade exige atenção constante de toda a equipe.
“A gente não pode derrapar, porque é igual ao cristal: trincou, não tem mais conserto. Então, eu vejo que é uma luta constante que toda a equipe da CNN tem”, disse.
Ele também ressaltou que o canal está no caminho certo e que há espaço para evoluir. “A gente vê que está no caminho certo, e daí é só para melhor”, acrescentou.
Ao ser questionado sobre o que atrai o público à CNN Brasil em meio a uma vasta oferta de fontes de informação, Menin apontou o caráter multiplataforma do canal como um diferencial relevante.
“A informação está mais democrática. Ela tem vários canais para vários tipos de pessoa. E a CNN é multiplataforma“, observou.
Neste ano eleitoral no Brasil, Menin reconheceu que o período representa um desafio ainda maior para o veículo.
“É mais desafiador para nós. A CNN é apartidária. Ela é pró-Brasil. O único partido que nós temos é o Brasil”, declarou. “Às vezes a gente opina sobre os fatos, mas não de forma tendenciosa. Daí a credibilidade”, complementou.
Menin também falou sobre o papel da imprensa livre na consolidação da democracia.
“Não existe uma democracia plena sem uma boa imprensa. Isso faz parte, é intrínseco a esse processo”, disse.

