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Flávio diz que Eduardo foi “injustiçado” pelo STF e reitera apoio a irmão

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
Flávio diz que Eduardo foi “injustiçado” pelo STF e reitera apoio a irmão

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a condenação de seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelo STF (Supremo Tribunal Federal) foi uma “grande injustiça“, alegando vingança da Corte contra Eduardo.

A condenação, decretada na última terça-feira (17) pela Primeira Turma do STF tornou o ex-deputado federal inelegível por até 12 anos. Por unanimidade, os ministros aplicaram ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a pena de 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil.

“Mais uma grande injustiça cometida contra o Eduardo Bolsonaro, num processo que é absolutamente nulo sobre qualquer aspecto que se olhe, porque o Alexandre de Moraes, ele deveria se declarar impedido para julgar essa causa, já que em tese ele é a vítima, portanto, ele é parte sim nesse processo“, afirmou Flávio em vídeo publicado nas redes sociais na noite de ontem.

“Ele é suspeito para julgar porque é público e notório que virou uma questão pessoal contra o Eduardo Bolsonaro, parece claramente uma vingança“, completou.

Julgamento e condenação

Pelo crime de coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil, o colegiado fixou a pena em 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, além de 50 dias-multa, cada um no valor de dois salários mínimos, o que totaliza aproximadamente R$ 162 mil.

Por unanimidade, os ministros concluíram que o ex-deputado atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes do STF e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar Jair Bolsonaro.

Segundo os ministros, por se tratar de condenação proferida por órgão colegiado por crime contra a administração da Justiça, Eduardo fica impedido de disputar eleições desde a data da condenação até 8 anos após o cumprimento integral da pena.

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