O custo da segurança para a Copa do Mundo é elevado e pode não ser suficiente para impedir todas as ameaças.
O governo Trump teria gasto R$ 1,2 bilhões (US$ 250 milhões) desde dezembro para ajudar cidades americanas a se prepararem para enfrentar ameaças envolvendo drones, segundo uma reportagem do Front Office Sports.
“Em relação às medidas antidrones, todos estão um pouco atrasados”, afirmou o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, durante uma audiência do Comitê de Segurança Interna da Câmara dos Representantes. “Os drones são minha maior preocupação. (…) Melhoramos todos os dias, mas essa é uma questão que nos preocupa muito.”
A declaração chamou atenção, especialmente porque os primeiros jogos da Copa do Mundo começam em 11 de junho.
Os 11 estados-sede, além de Washington, D.C., receberam parte de uma verba concedida pela Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA). Os recursos serão destinados ao rastreamento e à neutralização de aeronaves e drones não autorizados.
Nos dias de jogos, aviões e drones não poderão operar em um raio de 3,5 milhas (cerca de 5,6 quilômetros) dos estádios nem voar abaixo de 3.000 pés (aproximadamente 914 metros). A Administração Federal de Aviação (FAA) está implementando restrições de voo nas proximidades dos 11 estádios utilizados no torneio.
A Califórnia recebeu a maior parcela dos recurso. O SoFi Stadium, em Inglewood, sediará oito partidas, incluindo uma das quartas de final, em 10 de julho. Somadas às seis partidas em Santa Clara, a Califórnia será o estado americano com o maior número de jogos.
“Adquirimos um sistema abrangente e multicamadas de detecção e mitigação para enfrentar as ameaças representadas por drones não autorizados”, informou o Departamento de Polícia de Los Angeles ao Front Office Sports.
85% dos brasileiros não estão animados para a Copa do Mundo, diz pesquisa

