Um novo estudo sugere que alguns dinossauros semiaquáticos, como o Spinosaurus, podiam “chorar lágrimas salgadas” para eliminar o excesso de sal do corpo.
A pesquisa, publicada na revista Historical Biology, analisou fósseis de diferentes espécies de espinossaurídeos e encontrou evidências de possíveis glândulas de sal localizadas acima dos olhos — estrutura semelhante à presente atualmente em aves marinhas, crocodilos e outros animais adaptados a ambientes salinos.
Segundo os pesquisadores, essas glândulas ajudariam os animais a sobreviver em regiões de água salobra, como estuários e áreas pantanosas.
Os cientistas analisaram fósseis de espécies como Baryonyx walkeri, do Reino Unido, Irritator challengeri, do Brasil, e diferentes espécies de Spinosaurus encontradas no Marrocos.
Com auxílio de fotografias em alta resolução, tomografias e análises detalhadas dos fósseis, os pesquisadores identificaram depressões ósseas acima das órbitas oculares, que podem ter servido para abrigar as glândulas e vasos sanguíneos ligados à filtragem de sal.
O estudo reacende um antigo debate entre paleontólogos sobre o estilo de vida do Spinosaurus.
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6 de 38Descobertas 2026 (6) - O contorno de uma mão feita com pigmento vermelho na parede de uma caverna na Indonésia, há pelo menos 67.800 anos, pode ser a arte rupestre mais antiga do mundo, segundo um novo estudo Universidade Griffith. • Maxime Aubert/Griffith University
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7 de 38Descobertas 2026 (7) - Estudo arqueológico em obras antigas mostra práticas incomuns de tratamento durante a Renascença: uma delas era esfregar fezes humanas na cabeça para tentar reverter a calvície • Instituto de Pesquisa e Biblioteca John Rylands/Universidade de Manchester
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9 de 38Descobertas 2026 (9) - A zooarqueóloga do Museu Arqueológico Nacional da Academia Búlgara de Ciências, Stella Nikolova, encontrou dezenas de esqueletos de cães com marcas de cortes na Bulgária. A descoberta releva que pessoas comiam carne canina há 2,5 mil anos • Stella Nikolova / BNSF
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