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Polícia prende suspeito de matar namorada e tentar esconder como suicídio

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Polícia prende suspeito de matar namorada e tentar esconder como suicídio

Um homem, de 45 anos, foi preso, na última sexta-feira (15), suspeito de assassinar a namorada asfixiada e tentar esconder, simulando um suicídio. O crime ocorreu no dia 9 de fevereiro deste ano, no apartamento da jovem, em Savassi, na região central de Belo Horizonte.

A vítima de 22 anos, era estudante de Psicologia e de Gestão à Saúde.

Após a morte da jovem, o suspeito teria entrado com a solicitação de reconhecimento de união estável para ficar com seu apartamento.

Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio pela cena do crime. A Polícia Civil encontrou a mulher morta em seu apartamento com um vidro do medicamento clonazepam vazio, além da vítima ter histórico de depressão e já ter tentado tirar a própria vida anteriormente.

Após a autópsia, a PC descobriu sinais na boca e alguns sinais internos de obstrução dos orifícios, que apontaram como causa da morte asfixia mecânica por sufocação direta – mudando a ocorrência para feminicídio. 

Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio pela cena do crime. A Polícia Civil encontrou a vítima morta em seu apartamento com um vidro do medicamento clonazepam vazio, além da vítima ter histórico de depressão e já ter tentado tirar a própria vida anteriormente.

Após a autópsia, a PC descobriu sinais na boca e alguns sinais internos de obstrução dos orifícios, que apontaram como causa da morte asfixia mecânica por sufocação direta – mudando a ocorrência para feminicídio. 

Segundo as investigações, o casal estava junto há cerca de quatro meses. Logo em seguida do início do namoro, ele teria se mudado para casa dela e estavam morando juntos. Familiares e amigos próximos da vítima relataram à Polícia que, depois do relacionamento, ela teria se afastado deles, mudado a forma de se vestir. Para corporação, ela teria tido um “retraimento social”.

Depois da morte da namorada, o acusado continuou morando em seu apartamento e proibiu a entrada da mãe dela no imóvel. De acordo com as diligências, no mesmo dia do enterro, ele teria entrado com a solicitação para reconhecimento de união estável.

O suspeito ainda teria mandado áudios para a família e amigas da vítima dizendo que a mulher “morreu em meus braços”.

A corporação teve acesso a câmeras de segurança do local, que mostram o suspeito saindo do prédio horas depois do horário da morte da vítima.

A polícia ainda aponta que a ex-mulher fez registro, recentemente, de violência psicológica e perseguição. O suspeito também tem registro de importunação sexual contra uma outra mulher, e que vizinhos relataram ter diversos conflitos com ele.

O homem está preso desde a última sexta-feira (15), no Ceresp Gameleira, e segue a disposição da Justiça.

*Sob supervisão de Thiago Félix

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