Um dos nomes certos do técnico Carlo Ancelotti para a Copa de 2026, o volante Casemiro defendeu que Neymar esteja ao seu lado na lista de convocados para o Mundial.
Em entrevista ao canal do ex-jogador inglês Rio Ferdinand no YouTube, Casemiro, que defende o Manchester United, vê a necessidade do camisa 10 do Santos estar na lista final para ser decisivo para o Brasil, mesmo Neymar não tendo condições de atuar os 90 minutos.
“Se dependesse de mim, eu levaria ele para a Copa do Mundo. Mas sem jogar todas as partidas, não seria o ideal para ele”, declarou Casemiro.
“Ele pode mudar o jogo. Em uma partida de 0 a 0, ele pode dar uma assistência ou marcar gol decisivo. Nós não temos esse tipo de jogador no momento”, completou.
Casemiro aproveitou para exaltar a carreira do astro brasileiro e o colocou abaixo apenas de duas lendas do futebol mundial.
“Minha geração é Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar. O Neymar um pouco atrás por que não ganhou tantos troféus. Messi e Cristiano são de outro mundo.”
Papo entre Neymar e Ancelotti
No início do mês, Casemiro, em entrevista à “ESPN”, propôs uma conversa entre Neymar e Carlo Ancelotti. O volante de 34 anos já batia na tecla da importância do astro santista em pelo menos 30 minutos da Canarinho em determinados jogos do Mundial.
“Teria que ter uma conversa e você chegar e conversar: olha, você não vai jogar tantos jogos, mas olha determinado jogo, você vai ser crucial nesses 20 minutos, 30 minutos. Ou você vai jogar esse jogo. Acho que é apenas uma conversa.”
Neymar na lista?
O atacante do Santos está na pré-lista enviada à Fifa, mas ainda precisa convencer a comissão técnica de que consegue chegar à Copa em condições físicas ideais. O debate já não gira apenas em torno da recuperação da lesão, mas principalmente da sequência de jogos e da intensidade apresentada em campo.
Ancelotti nunca fechou as portas para Neymar. Pelo contrário. O treinador entende o peso técnico do camisa 10 e acredita que poucos jogadores no mundo conseguem decidir partidas como ele. Ao mesmo tempo, existe receio sobre levar um atleta sem ritmo suficiente para suportar uma competição curta e intensa.
