O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), esteve em Minas Gerais nesta quinta-feira (23) em busca de apoio para a corrida ao Planalto.
Caiado participou de uma palestra com representantes do agronegócio durante visita à sede do Sistema Faemg Senar, em Belo Horizonte, em um movimento de aproximação com o setor no estado.
Apesar de ser do PSD, o atual governador Mateus Simões já declarou apoio a Romeu Zema (Novo). Caiado filiou ao partido em março, após não conseguir viabilizar sua candidatura pelo União Brasil.
“Eu tinha um partido que era o maior do país e, de repente, lavou as mãos. O PSD teve a coragem de lançar um candidato. O Caiado é o nome capaz de romper essas bolhas e tirar o Brasil de uma discussão que empobrece a política”, afirmou.
“Eu tinha um partido que era o maior do país e de repente lavou as mãos. O PSD teve a coragem de lançar um candidato. Eu tive a oportunidade de levar o nome do PSD. O que acontece hoje é que o Caiado é exatamente o nome capaz de romper essas bolhas e tirar o Brasil de uma discussão que empobrece a política nacional”, afirmou o ex-governador de Goiás.
O pré-candidato do PSD voltou a falar que seu maior desafio neste momento é ser conhecido. Caiado já havia afirmado isso em entrevista concedida à CNN Brasil na última quarta-feira (22).
“Campanha do Caiado é igual música sertaneja, meu amigo. A hora que o povo conhecer aí vota tudo, é só me ouvir”, declarou.
Nesta sexta-feira (24), Caiado participa de um café da manhã no Mercado Central de Belo Horizonte, ponto tradicional de passagem de políticos em período eleitoral.
Na pesquisa mais recente do instituto Paraná Pesquisas, divulgada no sábado (18), Caiado aparece com 2,9% das intenções de voto no estado de São Paulo. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados, com 39,3% e 36%, respectivamente.
Sobre os números, Caiado afirmou que ainda é cedo para avaliar o cenário.
“Teve debate? As pessoas ainda não me ouviram. As pessoas sabem o que eles [Lula e Flávio] pensam, mas não sabem o que eu penso”, finalizou o pré-candidato.

