O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) foi recebido neste domingo (19) pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, na cidade de Hannover, no norte da Alemanha.
A recepção aconteceu no Palácio de Herrenhausen, onde presidente brasileiro foi recebido com honras militares e participou da foto oficial com Merz.
Por volta das 13h, no horário de Brasília, o presidente marca presença na cerimônia de abertura da tradicional Feira Industrial de Hannover – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo – da qual o Brasil é país parceiro.
A última agenda de Lula neste domingo será às 14h45 no horário de Brasília, em um jantar empresarial oferecido pelo chanceler da Alemanha, que contará com a presença de executivos brasileiros e alemães.
Na segunda (20), a programação começa pela manhã com a abertura do estande brasileiro na feira de Hannover e visita guiada pelos pavilhões. A participação brasileira conta com cerca de 2.700 metros quadrados de exposição, organizados em seis áreas temáticas: transição energética, hidrogênio, digitalização, indústria avançada, economia circular e inteligência artificial. Haverá a presença de 140 empresas brasileiras e outras 300 representadas.
No mesmo dia, o presidente participa da abertura da 42ª edição do Encontro Econômico Brasil–Alemanha e da sessão plenária da 3ª Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível entre Brasil e Alemanha.
Durante a visita à Alemanha, devem ser assinados cerca de dez acordos e anunciadas iniciativas em áreas como defesa, inteligência artificial, inovação, infraestrutura, pesquisa climática, energia, bioeconomia, economia circular, financiamento climático e cooperação tecnológica.
A Alemanha é a maior economia da Europa e a terceira do mundo, além de ser a quarta maior parceira comercial do Brasil, com corrente de comércio de US$ 20,9 bilhões em 2025 e estoque de investimentos diretos estimado em US$ 38,5 bilhões, em 2024.
Em viagem pela Europa desde quinta-feira (16), o chefe do Executivo brasileiro cumpriu agendas em Barcelona, na Espanha, onde foi recebido pelo primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, participou da primeira Cúpula Brasil-Espanha e assinou, juntamente com Sánchez, um memorando de entendimento no setor de minerais críticos, em mais um movimento da estratégia brasileira de reforçar a chamada diplomacia mineral.

