A avaliação do trabalho de Carlo Ancelotti à frente da seleção brasileira é marcada por divisão e elevado número de indecisos. Uma pesquisa da Genial veiculada pela Quaest aponta que 41% aprovam o treinador, enquanto 29% desaprovam e 30% não souberam ou não responderam.
O estudo foi realizado entre os dias 10 e 13 de abril de 2026, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O resultado indica vantagem da aprovação, mas sem consolidação de maioria absoluta. O percentual de entrevistados sem opinião formada se mantém elevado, o que sugere percepção ainda em construção sobre o trabalho do técnico.
O recorte por faixa etária mostra maior aprovação entre jovens. Entre brasileiros de 16 a 34 anos, 46% aprovam Ancelotti. O índice cai para 38% entre pessoas com 60 anos ou mais.
Entre os grupos intermediários, de 35 a 59 anos, a aprovação se mantém próxima da média geral, com presença relevante de indecisos. O padrão indica menor resistência entre jovens e avaliação mais cautelosa entre os mais velhos.
No recorte por renda, a aprovação varia entre 37% e 43%, enquanto a desaprovação oscila de 27% a 34%. Os dados mostram estabilidade na avaliação do treinador entre diferentes faixas econômicas.
A análise regional também aponta variações moderadas. Em todas as regiões, a aprovação supera a desaprovação, mas sem ampla vantagem. O percentual de indecisos permanece significativo em todo o país.
O levantamento indica que o trabalho de Ancelotti é avaliado de forma equilibrada pelos brasileiros, com tendência de aprovação, mas ainda sem consenso consolidado.
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