Dando continuidade ao compromisso com o mercado nacional, a Zara, gigante do fast fashion, apresentou a sua mais nova colaboração com Samuel de Saboia.
O projeto chega reforçando a conexão entre a moda e a expressão artística, traduzindo a linguagem visual do artista em peças que dialogam com a vida cotidiana.
A parceria é inspirada no guarda-roupa pessoal do artista, refletindo uma estética dos anos 1970, ao mesmo tempo em que incorpora elementos importantes de sua produção artística a partir de grafismos aplicados em peças selecionadas.
Um dos destaques da colaboração está na releitura de uma camisa de sua avó, além de detalhes funcionais e simbólicos, como um bolso para pincéis integrado em alguns itens.
Por dentro da coleção
Além do denim, a colaboração conta com peças de tricô, casaco de lã, cardigã de lã de alpaca e outras peças em algodão, como camisetas e bermudas – tudo com detalhes refinados, como bordados, e exploram diferentes técnicas para apresentar as obras do artista, incluindo uma jaqueta de couro com estampa nas costas.
Todas as peças contam com uma etiqueta especial que remete a um autorretrato do criador.
Como complemento, a colaboração inclui uma linha de acessórios com anéis, colares, lenços, bolsas e calçados de formas orgânicas, como sapatos e botas de couro.
“Cada país que visito me oferece um novo repertório: uma cor, uma textura, uma sensação. É dessa curiosidade constante que nasce uma conexão sincera com o que crio”, afirma Samuel de Saboia.
“Muitas vezes me perguntei como minhas cores e pinturas se moveriam se ganhassem vida própria e, junto à Zara, pude explorar essa ideia de forma profunda e surpreendente”, acrescenta.
A coleção propõe silhuetas que acompanham o movimento e transitam entre o casual e o especial, abrindo espaço para uma expressão mais livre, em que quem veste pode transitar entre ser artista e ser obra.

Quem é Samuel Saboia?
Samuel de Saboia nasceu em 1997, em Recife, Pernambuco. Hoje, no entanto, ele trabalha e vive em Sao Paulo. Até a adolescência, morou na capital pernambucana, de onde traz suas principais referencias de trabalho.
O artista começou a carreira ainda na juventude, com 15 anos, em 2012, integrando uma coletiva no espaço Casarão, no Recife. Entre as exposições nacionais e internacionais das quais participou estão as individuais “Beautiful Wounds”, na Ghost Gallery (Nova York, 2018), e “Guardiões”, na Galeria Kogan Amaro (São Paulo, 2019); e as coletivas “Paredão”, no Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2017); “The Skin I’m In”, na Space 776 (Nova York, 2018);
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